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Evolução do Sol

O hélio resultante das reações termonucleares que ocorrem no interior do Sol permanece ali, onde consegue absorver mais radiação do que o hidrogênio. Esse fenômeno é responsável por um aumento de temperatura e, portanto, de luminosidade do astro. Calcula-se que o brilho do Sol tem sua intensidade aumentada em dez por cento a cada bilhão de anos. Hoje, portanto, ele apresenta um brilho quarenta por cento mais intenso do que na época de sua formação.

Essa elevação produziria um aquecimento da atmosfera terrestre, mas não há registros fósseis que comprovem o fato. Podem ocorrer, no entanto, fenômenos termostáticos de compensação, como nebulosidades e efeito estufa.

A evolução do Sol deve seguir a da maioria das estrelas. Acredita-se que ele continuará a brilhar por mais cinco bilhões de anos. Quando o hidrogênio de seu interior se esgotar, a combustão nuclear começará a ocorrer em camadas cada vez mais externas. Nessa fase, a luminosidade do Sol se intensificará e o astro aumentará de tamanho em função da dilatação de seu núcleo, com o que se tornará uma estrela gigante vermelha. Estima-se que, nesse estágio, sua superfície alcançará a órbita de Vênus, ou até mesmo a da Terra. Depois disso, o astro começará a se contrair até se transformar numa anã branca, estrela com dimensões aproximadas da Terra. Esgotadas toda sua energia, entrará em seu estágio final de evolução, como uma anã negra.

Fonte: geocities.yahoo.com.br