Área: 2.505.813 km². Hora local: +5h.
Clima: árido tropical (N) e tropical (S).
Capital: Cartum.
Cidades: Cartum (2.731.000) (aglomeração urbana)
(2000), Omdurman (1.271.403), Cartum do Norte (700.887), Port Sudan (308.195),
Kassala (234.622) (1993).
34,3 milhões (2004); nacionalidade: sudanesa; composição: árabes sudaneses 39%, grupos étnicos autóctones 58% (principais: bejas), outros 3% (1996).
Idiomas: árabe (oficial), inglês.
Religião: islamismo 70,3%, cristianismo 16,7% (católicos 10,7%, outros 11,8% - dupla filiação 5,8%), crenças tradicionais 11,9%, sem religião e ateísmo 1,2% (2000).
Moeda: dinar sudanês; cotação para
US$ 1: 259,80 (ago./2004).
PIB: US$ 13,5 bilhões (2002).
Força de trabalho: 13,2 milhões (2002).
República presidencialista (ditadura militar desde 1989). Div. administrativa: 26 estados. Presidente: general Omar Hassan Ahmad al-Bashir (desde 1989, eleito em 1996 e reeleito em 2000). Partidos: Congresso Nacional (NC), Congresso Nacional Popular (PNC), Aliança das Forças do Povo Trabalhador (APWF). Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, suspensa desde 1999. Constituição: 1998.
Maior país da África, o Sudão tenta encerrar em 2005 a guerra civil existente desde a década de 1950 que opõe o governo muçulmano a guerrilheiros cristãos e animistas no sul do país. Ao mesmo tempo, enfrenta uma terrível "crise humanitária" em Darfur, no oeste. As guerras e as secas prolongadas deixam cerca de 2 milhões de mortos nos últimos anos.
O deserto da Líbia e o da Núbia e o clima árido predominam no norte. O sul está coberto por savanas e florestas tropicais. A bacia do rio Nilo é fonte de energia elétrica e de irrigação para as plantações. A maioria da população vive da agricultura de subsistência e da pecuária. O petróleo é o principal produto de exportação do país.
Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. O nome do atual país deriva da expressão árabe Bilad-as-Sudan, ou "terra dos negros", usada desde a Idade Média. Entre 1820 e 1822, é conquistado e unificado pelo Egito e entra depois na esfera de influência do Reino Unido. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsa os ingleses em 1885. Com a morte de Mahdi, os britânicos retomam o Sudão em 1898. Em seguida, a região é submetida ao domínio egípcio-britânico e, em 1956, obtém sua independência como República. Em 1955 começa no sul a guerrilha separatista contra o domínio muçulmano.
Em 1985, o general Gaafar Nimeiry, governante desde 1969, é derrubado num levante popular. Eleições em 1986 colocam no poder o Partido Umma. O primeiro-ministro Sadiq al-Mahdi negocia com os rebeldes separatistas do Exército de Libertação do Povo Sudanês (SPLA), que opera no sul sob o comando de John Garang, mas não consegue o fim da guerra civil. O governo é deposto em 1989 pelo general Omar Hassan al-Bashir. Cresce então a influência do fundamentalismo islâmico, liderado pela Frente Islâmica Nacional, de Hassan al-Turabi. Em 1991, o país adota um Código Penal baseado na lei islâmica, a Sharia. Os combates entre o SPLA e o governo prosseguem nos anos 1990. Em 1993, 600 mil refugiados morrem de fome. Em 1994, milhares de sudaneses do sul fogem para outros países da região.
O Egito acusa o governo sudanês de apoiar o atentado contra o presidente Hosni Mubarak, em junho de 1995, e a relação entre os dois países se deteriora. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) exige a extradição de três suspeitos. Diante da recusa sudanesa, a ONU adota sanções econômicas ao país. Em 1996, Al-Bashir vence - com 76% dos votos - as primeiras eleições presidenciais desde 1986. Em janeiro de 1998, os Estados Unidos (EUA) decretam embargo ao Sudão, sob a acusação de apoio ao terrorismo, e bombardeiam uma fábrica acusada de produzir armas químicas na capital, Cartum.
Estado de emergência - Em 1999, o Sudão começa a exportar petróleo, extraído no sul do país. Acirra-se nesse ano a disputa entre Al-Bashir e Al-Turabi, presidente da Assembléia Nacional. Em dezembro, Al-Bashir fecha o Parlamento e decreta estado de emergência. Nas eleições presidenciais, em 2000, boicotadas pela maioria da oposição, Al-Bashir é reeleito com 86,5% dos votos.
Em 2001, a polícia prende Al-Turabi e outros líderes do partido islâmico Congresso Nacional Popular (PNC). Sob pressão internacional, Al-Bashir promete apoio à luta contra o terrorismo, e a ONU suspende as sanções contra o país. Em 2002, o governo e o SPLA iniciam negociações de paz.
Em outubro de 2003, Al-Turabi é libertado. Em março de 2004, o governo desmantela tentativa de golpe de Estado e prende oficiais do Exército e dirigentes do PNC, incluindo Al-Turabi. Em junho, o secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, visita o Sudão, vai a Darfur e classifica o conflito como "genocídio". Em agosto, 100 mil manifestantes protestam em Cartum contra resolução da ONU sobre Darfur.
Em janeiro de 2005, o governo e os rebeldes do sul chegam a um acordo de paz. Será formado um governo autônomo no sul por seis anos, ao fim dos quais haverá um plebiscito sobre a independência da região. Nesse período, as receitas com o petróleo serão divididas em 50% entre o governo central e o regional. Além disso, a lei islâmica (Sharia) não vai vigorar no sul, de maioria não muçulmana.
Crise humanitária em Darfur O conflito na região de Darfur, no desértico oeste do Sudão, chama a atenção do mundo há dois anos. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, afirma que é "a mais grave crise humanitária" do planeta. Os combates já causaram mais de 70 mil mortes e há 2,2 milhões de refugiados, parte dos quais no vizinho Chade.
O conflito começa em fevereiro de 2003, quando grupos armados iniciam um movimento separatista, acusando o governo do Sudão - vinculado à elite islâmica do país - de desprezar a população local. Darfur é habitado por uma maioria negra, ligada à agricultura, e uma minoria nômade (autodenominada árabe), que vive da criação de animais.
O governo sudanês reage com violência à ação dos separatistas e se apóia na milícia árabe local chamada Janjaweed, que inicia uma "limpeza étnica", matando milhares de pessoas das populações negras e praticando estupros, pilhagens e a destruição de aldeias inteiras. No decorrer de 2004, cresce a pressão internacional sobre o governo do Sudão para desarmar a milícia. Mesmo chamando os Janjaweed de "criminosos", o governo sudanês não age contra eles.
Em abril começam as negociações entre o governo e os separatistas, e se chega a um cessar-fogo não efetivado até o fim de 2004. A partir de julho, a União Africana desloca tropas para proteger os mais de 130 campos de refugiados na região. Mas as condições nos campos são terríveis, e a Organização Mundial de Saúde afirma que morrem neles 10 mil pessoas ao mês, vitimadas pela fome, pelas doenças e pela violência. A ONU exerce forte pressão e ameaça retomar as sanções contra o Sudão, não efetivadas até janeiro de 2005.
Fonte: www.casadasafricas.org.br
Continente: África
Nome Completo: República do Sudão
Localização: Centro-Leste Africano
Coordenadas: 15 00 N, 30 00 E
Limites: Países limítrofes:República
Centro-Africana, Chade, República Democrática do Congo, Egito,
Eritréia, Etiópia, Quênia, Líbia, Uganda
Capital: Cartum
Governo: República Militar Ditatorial
Moeda: Dinar Sudanês
Área: 2.505.813 km2
Nacionalidade: Sudanesa
População: 37.090.298 (julho/2002)
Mortalidade: 67,14 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)
Vida: 57,33 anos
Ponto Culminante: Monte Kinyeti, 3.187 m
Religiões: Islamismo 70%, Animismo 25%, Cristianismo
5%
Idiomas: Árabe (oficial), Inglês, Núbio,
Bedawiês, Sudânico, Nilótico
Analfabetismo: 54%
Renda: US$ 330 (2001)
Fonte: www.libreria.com.br

Nome Oficial: República do Sudão (Al-Jumhuriyat
as-Sudan)
Capital do Sudão: Cartum
Área: 2.505.813 km² (10º maior)
População: 36.992.490 (2006)
Idiomas Oficiais: Árabe, Inglês
Moeda: Dinar Sudanês
Nacionalidade: Sudanesa
Principais Cidades: Omdurman, Cartum, Cartum do Norte, Port
Sudan, Kassala
Fonte: www.webbusca.com.br
Situado no nordeste da África, o Sudão é a maior nação do continente. Os desertos predominam no norte, enquanto o sul é coberto por savanas e florestas tropicais. A bacia do rio Nilo atravessa o país e é fonte de energia elétrica e irrigação para as plantações de algodão, principal produto exportado, ao lado da goma-arábica. A maioria da população é rural e vive da agricultura de subsistência. O território sudanês encerra as duas realidades africanas: o norte é árabe-muçulmano, ao passo que o sul é habitado por povos negros, cristãos e animistas. A guerra civil entre o governo (muçulmano) e guerrilheiros do sul já dura 40 anos.
Conhecido na Antiguidade como Núbia, o Sudão é incorporado ao mundo árabe na expansão islâmica do século VII. O sul escapa ao controle muçulmano e é vítima de incursões de caçadores de escravos. Entre 1820 e 1822 é conquistado e unificado pelo Egito. Entra, depois, para a esfera de influência do Reino Unido, que domina o Egito no século XIX. Em 1881 eclode uma revolta nacionalista chefiada por Muhammad Ahmed bin' Abd Allah, líder religioso conhecido como Mahdi, que expulsa os ingleses em 1885. Mahdi morre logo depois, e os britânicos retomam o Sudão em 1898. No ano seguinte, a nação é submetida ao domínio conjunto egípcio-britânico. Obtém autonomia limitada em 1953 e a independência em 1956. Começa no sul a guerrilha do Exército de Libertação do Povo Sudanês (SPLA), sob o comando de John Garang. Um golpe de Estado, em 1958, leva ao poder o general Ibrahim Abboud, que renuncia após uma onda de protestos em 1964. Um novo golpe, em 1969, instala uma ditadura liderada pelo general Gaafar Nimeiry.
A tentativa de impor a Sharia - lei islâmica - provoca revolta no sul, iniciando uma guerra civil entre as forças do governo e os guerrilheiros de Garang. O regime do general Nimeiry é derrubado num levante popular em 1985. Um governo de transição, chefiado pelo general Swar al-Dhab, estabelece a democracia pluralista. As eleições de 1986 colocam no poder a Umma, partido político dos herdeiros de Mahdi. O novo primeiro-ministro, Sadiq al-Mahdi, negocia com os rebeldes do sul, mas não consegue pôr fim à guerra civil. Sem maioria parlamentar, equilibra-se em coligações instáveis até ser deposto, em 1989, por um golpe liderado pelo general Omar Hassan al-Bashir. Seu regime é marcado pela intensificação dos combates e pela crescente influência do fundamentalismo muçulmano, liderado pela Frente Islâmica Nacional, de Hassan Turabi. Seus partidários controlam os postos-chave no governo e forçam a adoção, em 1991, de um Código Penal baseado na lei islâmica.
Os combates entre a guerrilha do SPLA e o governo islâmico provocam o êxodo de centenas de milhares de pessoas. Cerca de 600 mil refugiados morrem de fome em Parayang, a 800 km de Cartum, a capital, em 1993. Pressões internacionais forçam al-Bashir a permitir ajuda humanitária internacional para a população, como a distribuição de alimentos. Em 1994 há nova escalada na guerra civil. Milhares de sudaneses fogem dos bombardeios e refugiam-se no Quênia, em Uganda e no Zaire, atual República Democrática do Congo, ao sul. Terrorismo-Sudão e Egito quase entram em guerra em 1995, quando o governo sudanês é acusado de apoiar um atentado do qual escapa ileso o presidente egípcio Hosni Mubarak. O Conselho de Segurança da ONU exige extradição de três suspeitos do atentado. Diante da recusa sudanesa, a ONU reforça sanções econômicas e diplomáticas contra o país, como a proibição de vôos internacionais da estatal Sudan Airways. Em 1996 são realizadas as primeiras eleições legislativas e presidenciais desde o golpe de 1989. Al-Bashir é eleito para presidente com 76% dos votos. A guerra civil se intensifica em 1997, e os rebeldes ocupam várias cidades próximas à fronteira com Uganda. No início de 1998, a guerrilha ataca Wau (segunda maior cidade do sul) e Aweil. A normalização das relações com o Egito leva à reabertura do tráfego fluvial entre os dois países, no rio Nilo, interrompido por quase quatro anos.
Em maio de 1998, um referendo nacional aprova uma nova Constituição, que prevê liberdade partidária. Atividades políticas, porém, permanecem proibidas, até futura (e não definida) regulamentação dos partidos. A Constituição entra em vigor em julho, no nono aniversário do golpe de Estado que destituíra o governo civil. O sul do país atravessa nova onda de fome em meados do ano, provocada pela guerra civil e pela seca. Organizações de ajuda humanitária enfrentam dificuldades - impostas pelo governo sudanês - na entrega de alimentos para a população.
Em setembro, a explosão de dois carros-bombas nas embaixadas norte-americanas no Quênia e na Tanzânia leva os Estados Unidos a bombardear uma fábrica na periferia de Cartum, sob alegação de que produzia e estocava armas químicas. O governo sudanês, acusado por Washington de apoiar os terroristas, afirma que o local fabricava apenas remédios.
Nome oficial: República do Sudão (Al-Jumhuriyat
as-Sudan)
Capital: Cartum
Nacionalidade: sudanesa
Idioma: árabe (oficial), inglês
Religião: islamismo 72% (sunitas), crenças
tradicionais 17%, cristianismo 11% (católicos 7%, protestantes 4%)
(1992)]
Moeda: libra sudanesa
Cotação para 1 US$: 1.940,00 (jul./1998)
Localização: centro-leste da África
Características: planície banhada pelo rio
Nilo e seus afluentes (maior parte); litoral estreito; região semidesértica
com colinas (NO); deserto da Núbia (N); montes Núbia envolvidos
por um cinturão de areia (centro-O); região argilosa (L), estendendo-se
até as zonas pantanosas
Clima: árido tropical (N), tropical (S)
Área: 2.505.813 km²
População: 28,5 milhões (1998)
Composição étnica: árabes sudaneses
39%, africanos 58%, outros 3% (1996)
Cidades principais: Omdurman (1.267.077), Cartum (924.505), Cartum do Norte (879.105), Port Sudam (305.385), Kassala (234.270) (1983)
República presidencialista (ditadura militar desde 1989).
Divisão administrativa: 26 estados.
Chefe de Estado e de governo: general Omar Hassan Ahmad al-Bashir (desde 1989,
indicado para presidente em 1993 e eleito em 1996).
Partidos políticos: não há, proibidos
desde 1989.
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com
400 membros (275 eleitos por voto direto e 125 por indicação)
com mandato de 4 anos.
Constituição em vigor: 1998.
Agricultura: pluma de algodão (93,2 mil t), sorgo
(3,4 milhões de t), trigo (642 mil t) (1997)
Pecuária: eqüinos (724 mil), bovinos (23,5 milhões),
camelos (3 milhões), caprinos (16,9 milhões), ovinos (23,4 milhões),
aves (38 milhões) (1997)
Pesca: 44,2 mil t (1995)
Mineração: sal (50 mil t), cromita (15 mil
t), ouro (4,5 t) (1996)
Indústria: alimentícia (açúcar),
têxtil, materiais de construção (cimento), refino de petróleo
Parceiros comerciais: Arábia Saudita, Reino Unido,
Alemanha, Coréia do Sul, China
Fonte: www.mulheresnegras.org
Nome oficial: República do Sudão (Al-Jumhuriyat
as-Sudan).
Nacionalidade: sudanesa.
Data nacional: 1º de janeiro (Independência);
3 de março (Dia da Unidade Nacional).
Capital: Cartum.
Cidades principais: Omdurman (1.271.403), Cartum (947.483),
Cartum do Norte (700.887), Port Sudan (308.195), Kassala (234.622) (1993).
Idioma: árabe (oficial), inglês.
Religião: islamismo 72% (sunitas), crenças
tradicionais 17%, cristianismo 11% (católicos 7%, protestantes 4%)
(1992).
Localização: centro-leste da África.
Hora local: + 5h.
Área: 2.505.813 km2.
Clima: árido tropical (N) e tropical (S).
Área de floresta: 416 mil km2 (1995).
Total: 29,5 milhões (2000), sendo árabes
sudaneses 39%, africanos 58%, outros 3% (1996).
Densidade: 11,77 hab./km2.
População urbana: 34% (1998).
População rural: 66% (1998).
Crescimento demográfico: 2,1% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 4,61 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 54/56 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 71 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 42,9% (2000).
IDH (0-1): 0,477 (1998).
Forma de governo: República presidencialista (ditadura
militar desde 1989).
Divisão administrativa: 26 estados.
Partidos políticos: Frente Islâmica Nacional
(NIF); Irmandade Muçulmana; Nacional Sudanês (SNP).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com
360 membros eleitos por voto direto. Reaberta nas eleições gerais
de dezembro de 2000.
Constituição em vigor: 1 998.
Moeda: dinar sudanês.
PIB: US$ 10,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 39% (1998).
PIB indústria: 18% (1998).
PIB serviços: 43% (1998).
Crescimento do PIB: 8% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 290 (1998).
Força de trabalho: 11 milhões (1998).
Agricultura: algodão em pluma, sorgo, trigo.
Pecuária: bovinos, camelos, caprinos, ovinos.
Pesca: 48,1 mil t (1997).
Mineração: cromita, ouro, mármore, mica,
gipsita.
Indústria: alimentícia (açúcar),
têxtil, materiais de construção (cimento), refino de petróleo.
Exportações: US$ 596 milhões (1998).
Importações: US$ 1,1 bilhão (1998).
Principais parceiros comerciais: Arábia Saudita, Reino
Unido, Japão, França, China, Irã, Itália, Egito.
Efetivo total: 94,7 mil (1998).
Gastos: US$ 377 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
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