a) Criar uma atmosfera de igualdade, espírito desportivo e justiça entre atletas e organizadores de
Competição;
b) Prover segurança e proteção aos atletas e ao público em geral;
c) Enfatizar honestidade e habilidade, sem restringir a liberdade de ação dos atletas;
d) Penalizar os atletas que procuram ganhar vantagem injusta;
e) Facilitar a promoção de competições em todo o território nacional, elevando, assim, o número e o nível
dos competidores;
f) Adequar os regulamentos internacionais de acordo com a nossa realidade;
As Regras de Competição da CBTri são baseadas nas regras da ITU – International Triathlon Union e
adaptadas para a realidade brasileira e deverão ser adotadas na íntegra em todas as competições
sancionadas pela ITU em todo território nacional.
Uma competição de Triathlon, Duathlon, Aquathlon ou qualquer outra competição multi esportiva que esteja
dentro da jurisdição da CBTri envolve muitos atletas. As táticas de Competição são uma parte de interação
entre os atletas, levando-os a tomar decisões instantâneas, de acordo com o condicionamento e a
experiência de cada um. Entretanto os competidores deverão:
a) Manter durante todo o tempo uma conduta esportiva;
b) Ser responsáveis pela sua própria segurança e a segurança de outros;
c) Ser responsáveis pela compreensão e pelo cumprimento deste Manual de Regras da CBTri, que
encontrar-se-á disponível em suas respectivas Federações e na CBTri.;
d) Obedecer às instruções dos árbitros da Competição;
e) Tratar os outros competidores, árbitros, voluntários e espectadores com respeito e cortesia;
f) Não fazer uso da linguagem vulgar ou de baixo calão;
g) Um eventual abandono. Informar a um árbitro da Competição.
a) A CBTri condena o uso de substâncias ou práticas que artificialmente aumentem o rendimento do atleta.
Os atletas, em todos os eventos, deverão seguir as regras antidoping descritas no Manual de Controle
Anti-Doping do COB;
b) Antes de participar de eventos da jurisdição da CBTri procure um médico da área esportiva e sane todas
as dúvidas sobre doping esportivo.
a) Triathlon, Duathlon, Aquathlon e outras competições multi esportivas são extenuantes. Para poderem
participar, os competidores devem estar em excelente forma física. Sua saúde e seu bem-estar são de
importância fundamental;
b) Todo atleta deverá apresentar declaração assinada de aptidão para participar da competição;
a) Todos os atletas residentes no Brasil, brasileiros ou não, para participarem dos eventos oficiais ou
homologados pela Confederação Brasileira de Triathlon, deverão estar Confederados por meio de uma
Federação Estadual Filiada a CBTri;
b) Os atletas onde, em seu Estado de Residência, não houver Federação ou onde esta Federação não
esteja filiada a CBTri, deverão procurar uma Federação que esteja filiada à CBTri e solicitar sua filiação
provisória;
c) O atleta que estiver com filiação provisória por motivos citados no item “b”, quando o seu Estado de
residência fundar uma Federação, deverá regularizar sua situação perante a CBTri, deverá solicitar
transferência de Federação preenchendo a Ficha de Transferência, ficando isento do pagamento da taxa
de transferência;
d) Os atletas suspensos ou expulsos por entidade filiada, ou pela CBTri, não poderão participar de
competições sancionadas pela CBTri ou por afiliadas diretas ou indiretas;
e) Somente atleta brasileiro ou naturalizado brasileiro poderá competir a fim de obter o título de
Campeão Brasileiro e representar o Brasil em competições internacionais;
f) Todas as decisões referentes à nacionalidade do atleta e à aptidão para competir pela CBTri,
representando o Brasil, serão baseadas nas condições estabelecidas na Carta do Comitê Olímpico
Internacional;
g) Um atleta que possua dupla nacionalidade, poderá representar apenas um dos países, aquele que o
atleta escolher, durante o calendário do mesmo ano;
h) Se o atleta decidir representar o outro país, deverá informar à CBTri e a outra Federação Internacional
em questão, sendo que durante o mesmo ano e o ano seguinte não poderá representar nenhum dos
dois países;
i) Um atleta naturalizado (ou que tenha trocado a nacionalidade pela naturalização) não poderá participar
dos Jogos Olímpicos, do Campeonato Mundial, do Pan-americano ou Sul-americano sancionado pela
ITU ou PATCO representando o Brasil, até dois anos após sua naturalização. O período que se segue à
naturalização pode ser reduzido ou mesma cancelado, com a concordância do Comitê Olímpico
Brasileiro e aprovação final do COI;
a) As inscrições em Competições oficiais da CBTri só poderão ser feitas por meio de uma Federação filiada
à mesma;
b) Não serão aceitas inscrições avulsas;
c) As inscrições se encerrarão, impreterivelmente, 10 dias úteis antes da realização do congresso técnico
dos eventos oficiais.
d) Após a confirmação da inscrição, o atleta não poderá trocar de categoria, sem expressa autorização da
sua Federação e da CBTri.
e) O atleta que não cumprir com todos os critérios de inscrição, será desqualificado a qualquer tempo.
a) O idioma oficial da CBTri é o português, devendo ser adotadas, em Competições internacionais, o inglês,
francês ou espanhol como primeira língua seguida do português.
b) Em caso de Campeonato Sul-americano, Latino-americano ou Pan-americano, a língua oficial será o
espanhol como primeira língua seguida do português.
c) No Campeonato Mundial a língua oficial é o inglês.
a) Em Competições nacionais, dentro do território brasileiro, a propaganda em capacetes, roupa de
neoprene, rodas lenticulares ou paraculares é permitida;
b) Não são permitidos, em hipótese alguma, propaganda política ou abusos de linguagem no uniforme ou
em qualquer peça do equipamento do competidor;
c) Para o atleta subir no pódio de premiação, deverá estar devidamente uniformizado, não podendo sobre
qualquer hipótese se apresentar com o torso nu, descalço ou portando objetos inadequados.
a) Todo o Congresso Técnico deverá ter lista de presença;
b) A Federação e o atleta que não comparecerem ao Congresso Técnico e assinarem a lista de presença
não terão direito a Recursos;
c) Quaisquer aspectos técnicos, dúvidas quanto ao regulamento ou percurso devem ser elucidados no
Congresso Técnico;
d) Qualquer Regulamento Específico ou mudança nas informações divulgadas anteriormente por meio de
folders, Internet, correio eletrônico ou similar deve ser informado aos atletas no Congresso Técnico;
e) O Congresso Técnico deve ser conduzido pelo Delegado Técnico, Diretor de Prova, Árbitro Geral e um
membro da entidade anfitriã;
f) Podem compor a mesa do Congresso Técnico os Presidentes das Federações Nacionais e Internacionais
presentes no recinto e as autoridades convidadas;
a) A Federação ou os atletas individualmente são responsáveis pela coleta de seus kits de Competição,
salvo quando autorizarem por escrito a retirada de seu Kit por terceiros;
b) Os Kits só serão entregues nos horários estabelecidos nas Informações da Competição, mediante
apresentação de documento de identidade com foto ou certidão de nascimento;
c) O Kit deverá ser composto essencialmente por números de competição, alfinetes, caboteios, touca de
natação e quaisquer Informações Específicas da Competição;
d) Podem também compor o Kit: Camisa e bonés alusivos ao evento, prospectos de turismo e brindes
fornecidos pelos patrocinadores.
3.1 – TRIATHLON
a) As competições de Triathlon estão divididas em três etapas: Natação, Ciclismo e Corrida. As distâncias
em cada etapa estão definidos na Norma de Categorias e Distâncias.
3.1.1 – Triathlon Super Sprint
i) As competições de Triathlon Super Sprint serão disputadas em 3 baterias, com intervalo mínimo de 15
minutos e máximo de 20 minutos entre as baterias, iniciando-se a contagem do tempo de intervalo a
partir da chegada do último atleta.
ii) Em cada etapa será elaborado um resultado parcial indicando o tempo, a colocação e a pontuação de
cada atleta.
iii) A Classificação geral deverá indicar a pontuação em cada etapa bem como a pontuação final de cada
atleta.
iv) O vencedor será aquele que obtiver o maior somatório das pontuações parciais.
v) No caso de premiação por equipe serão considerados os resultados dos 3 primeiros atletas de cada
equipe para a soma dos pontos.
vi) No caso de empate na soma de pontos, será considerado vencedor o atleta ou a equipe que obtiver a
melhor colocação na última bateria.
a) As competições de Duathlon estão divididas em três etapas: Corrida, Ciclismo e Corrida. As distâncias
em cada etapa estão definidos na Norma de Categorias e Distâncias.
a) As competições de Aquathlon estão divididas em três etapas: Natação, Corrida e Natação. As distâncias
em cada etapa estão definidos na Norma de Categorias e Distâncias.
a) Na largada o atleta deverá estar posicionado na área de largada de acordo com a orientação do árbitro:
b) A largada deverá ser dada com um sinal sonoro. Se a largada for em falso deverá ser repetido três vezes
o sinal sonoro;
c) Quando houver uma largada em falso, os atletas deverão retornar ao ponto de partida conforme
orientação do árbitro. O atleta que não retornar será desqualificado;
d) O atleta que causar duas largadas em falso será desqualificado;
a) O atleta pode usar qualquer estilo para mover-se na água;
b) o atleta pode descansar, segurando um objeto inanimado tal como uma bóia, entretanto não pode utilizar
objetos inanimados a fim de obter vantagem;
c) Em caso de emergência, o atleta deverá levantar o braço acima da cabeça e pedir ajuda. Recebida
ajuda, o mesmo deverá se retirar da competição, comunicando o fato a um dos árbitros;
d) O atleta deve usar obrigatoriamente a touca fornecida pela organização da Competição;
e) Em caso de perda da touca durante a natação de forma não intencional, o atleta não será penalizado;
f) Não serão permitidas unhas grandes, pé de patos, palmares ou qualquer meio de flutuação e propulsão
que tragam vantagem desleal;
g) É permitido clipe de nariz;
h) O uso de roupa de neoprene será determinado de acordo com a seguinte tabela:
i) Para a Elite, Juniores e Sub23:
Distância
Uso Proibido
acima de
Uso Obrigatório
abaixo de
Permanência
máxima
Até 1.500 m
20ºC
14ºC
30 min.
1501 a 3.000 m
23ºC
15ºC
1h 40 min.
3.001 a 4.000 m
24ºC
16ºC
2h 15min.
j) Para as Categorias:
Distância
Uso Proibido
acima de
Uso Obrigatório
abaixo de
Permanência
máxima
Até 1.500 m
22ºC
14ºC
1h 10 min.
1501 a 3.000 m
23ºC
15ºC
1h 40 min.
3.001 a 4.000 m
24ºC
16ºC
2h 15min.
k) Um comunicado sobre o uso de roupas de neoprene deverá ser feito no Congresso Técnico;
l) Se as mudanças no tempo comandarem, o Delegado Técnico ou o Diretor de Prova, podem alterar os
limites no uso da roupa de neoprene bem como definir a sua utilização até uma hora antes da largada;
m) A roupa de neoprene não pode exceder a espessura de 5 milímetros. Não é permitido o uso de apenas a
parte inferior da roupa ou daquelas que vão somente até a altura do joelho;
n) Todo atleta que ultrapassar o ponto de cronometragem da natação, em direção a sua transição para o
ciclismo, não mais poderá retornar à etapa de natação.
o) O atleta deverá, obrigatoriamente, contornar as bóias de marcação do percurso determinado pela
organização da competição;
a) A bicicleta deve possuir as seguintes características:
I. De um padrão tradicional, construída diretamente ao redor de um quadro triangular principal, onde os
elementos tubulares poderão ter a forma redonda, oval, aplainada ou em gota;
II. Não mais do que 2 (dois) metros de comprimento e 50 centímetros de largura para as categorias elite,
Junior e Sub 23 e 75 centímetros de largura para as categorias de faixa etárias;
III. Medir, no mínimo, 24 (vinte e quatro) cm do solo até o centro do eixo do movimento central;
IV. Não podem ter carenagens que reduzam a resistência do ar;
V. Ambas as rodas devem ser do mesmo tamanho e construída com raios ou paletas. Em competições
de longa distância, na roda traseira, são permitidas coberturas, porém o uso será determinado pelo
Diretor de Prova, dependendo das condições do vento. Nenhuma roda pode conter mecanismos
capazes de acelerá-las, tais como pesos, etc. As rodas de três, quatro ou mais paletas são
consideradas raios e por isto estão liberadas .
VI. Deve ter freio em cada roda;
VII. As extremidades do guidon devem estar tampadas, avanço do guidon não pode ter parafusos
salientes ou orifícios destampados, pneus bem colados, caixas de direção, caixa de centro, canote do
banco apertadas e rodas bem ajustadas;
VIII. O guidom deverá ser do tipo clássico (guidom de ciclista, speed), exceto para as categorias infantil
e infanto-juvenil que será aceito o guidão reto (tipo mountain bike);
IX. O clip não poderá estar além de 15 (quinze) centímetros à frente do eixo da roda dianteira, e não
mais longo que a linha dianteira das manetes de freio. Não será permitido nenhum objeto na
extremidade do clip, que deverá ser curvado para dentro, sendo permitidos apoios de cotovelos;
Nas bicicletas tipo mountain bike não será aceita a utilização do clip;
X. A parte frontal do selim não poderá exceder em mais de 5 cm uma linha vertical centrada no eixo do
movimento central da bicicleta, e nem poderá ultrapassar na parte de trás em mais de 15 cm.
XI. No caso de Competições com proibição de vácuo os itens I e IX não se aplicam.
XII. Bicicletas e equipamentos considerados não tradicionais e pouco utilizados e que não cumpram com
as características mencionadas nos itens anteriores serão considerados irregulares, e somente o
Diretor de Prova e o Delegado Técnico poderão autorizar a sua utilização.
b) O capacete tem que ser duro, com no mínimo 2 cm de espessura, coberto por material sintético;
c) O capacete deverá ser preso à cabeça por tiras de material sintético de boa qualidade, providas de
fechos de segurança. Capacetes com elásticos ou sem fecho de segurança são proibidos;
d) É proibida a retirada da bicicleta do cavalete antes de colocar na cabeça o capacete e afivelá-lo;
e) É proibido pedalar com o capacete desafivelado;
f) Somente poderá desafivelar o capacete após a colocação da bicicleta no cavalete;
g) O número da bicicleta deverá estar, obrigatoriamente, afixado no local determinado pela organização da
prova;
h) É de responsabilidade do competidor manter-se no percurso;
i) É proibido pedalar com o torso nu;
j) É proibido progredir sem a bicicleta;
k) O atleta que estiver na frente não deve bloquear os outros. É proibida a utilização do zigue-zague para
impedir a ultrapassagem do oponente;
l) Não será permitida a troca de bicicletas;
m) Será permitida a troca de rodas ou pneus, porém para troca de rodas, será determinado pelo Diretor de
Prova o local ou locais específicos para a troca, que somente será permitida se o próprio atleta tiver
rodas sobressalentes na área de troca;
n) No caso de troca de rodas, pneus ou de acontecer qualquer problema mecânico com a bicicleta, não
será permitido, ajuda externa. O competidor deverá resolver o problema sozinho;
o) O atleta deve seguir os regulamentos de tráfego;
p) Qualquer atleta que aparentar aos árbitros ou ao médico da competição perigo para ele mesmo ou para
outro poderá ser desclassificado e retirado da Competição. Ex.: falta de coordenação motora ou
imperícia com sua bicicleta;
q) O médico da competição poderá solicitar a retirada de todo atleta que estiver causando risco para sua
integridade física ou de terceiros.
r) Será permitida a utilização do vácuo, salvo em situações em que o Delegado Técnico ou o Diretor de
Prova determinarem o contrário por medida de segurança;
s) Vácuo somente é permitido entre atletas do mesmo sexo;
t) No caso de provas com vácuo liberado os atletas pedalando em pelotão não poderão fazer uso do Clip e
deverão estar com as mãos nas manetes do freio, exceto aqueles que estiverem à frente do pelotão, não
tendo nenhum atleta a sua frente;
u) No caso da proibição do vácuo, os atletas terão que manter uma distância de 5 metros frontais e 2
metros laterais em relação ao outro atleta. Um atleta poderá entrar na zona de vácuo de outro atleta,
mas deve ser visto progredindo através daquela zona. Serão permitidos apenas 15 segundos para
ultrapassagem através da zona de vácuo de outro atleta;
v) Um atleta é ultrapassado quando a roda dianteira do outro atleta estiver à frente da sua roda dianteira;
w) Não é permitido pegar vácuo de veículos;
x) Não é permitida a utilização de container de vidro (caramanholas), bem como usar qualquer tipo de
equipamento ou acessório que possa colocar em risco outros competidores ou a si próprio. Ex.: Fones
de ouvido, recipientes de vidro, walkman, jóias e etc;
y) Todo atleta que ultrapassar o ponto de cronometragem da saída da transição para a etapa de corrida não
mais poderá retornar à etapa de ciclismo;
a) É de responsabilidade do atleta manter-se no percurso;
b) O atleta pode correr ou caminhar não sendo permitido engatinhar ou se arrastar;
c) Não é permitida outra forma de deslocamento que não seja o bipedismo;
d) O atleta não poderá correr com o torso nu, descalço, portando os óculos ou a touca de natação;
e) O número de competição deve ser colocado na parte da frente do corpo, entre o peito e a cintura, de
forma que fique bem visível;
f) O número fornecido pela organização não pode ser recortado ou sofrer qualquer alteração;
g) Qualquer atleta que aparentar aos árbitros ou ao médico da competição, perigo para ele mesmo ou outro
poderá ser desclassificado e retirado da Competição. Ex.: falta de coordenação motora ou imperícia com
sua bicicleta;
h) Não é permitido usar qualquer tipo de equipamento ou acessório que possa colocar em risco outros
competidores ou a si próprio. Ex.: Fones de ouvido, recipientes de vidro, walkman, jóias e etc;
i) O atleta deverá seguir os regulamentos de tráfego;
j) O atleta não poderá receber ritmo de outro competidor ou pessoa externa a competição (pacing).
a) Será pré-estabelecido horário de abertura e fechamento da Área de Transição. O atleta que não
comparecer no horário pré-determinado será considerado ausente;
b) Após a entrada na área de transição depois do check-in, o atleta não poderá mais sair da área de
transição com seu material até o final da prova sem autorização expressa do Diretor de Prova;
c) O atleta deve, obrigatoriamente, usar apenas o espaço a ele destinado;
d) É expressamente proibido pedalar na Área de Transição sem autorização explícita do Árbitro de
Transição;
e) O atleta não deve impedir o progresso de outros competidores na Área de Transição;
f) O atleta não deve interferir no equipamento de outros competidores;
g) Durante a competição para o atleta tirar a bicicleta do local reservado a ela, o capacete deverá estar na
cabeça e afivelado. O atleta só poderá desafivelar o capacete e tirá-lo da cabeça após colocar a bicicleta
novamente no local reservado a ela;
h) O atleta deve montar e desmontar de suas bicicletas a partir da faixa pré-estabelecida e devidamente
marcada;
i) O atleta deverá depositar na área de transição os óculos, a touca de natação, o tenis e a roupa de
neoprene, conforme o caso;
j) Só é permitido, a presença de pessoas devidamente autorizadas na Área de Transição;
k) O atleta só poderá retirar seu material da Área de Transição após o término da Competição, mediante a
apresentação de sua numeração ou com autorização do Delegado Técnico ou Diretor de Prova. A não
passagem pela súmula de retirada do material será punida;
l) Após 40 minutos da autorização da retirada do material da Área de Transição, todo material que não tiver
sido retirado será recolhido pelo árbitro de transição, e será cobrada taxa de transporte e armazenagem
do material.
a) Será considerada a chegada de um atleta quando qualquer parte do torso do atleta cruzar a linha de
chegada verticalmente:
b) O atleta deverá obrigatoriamente cruzar a linha de chegada entre o pórtico de chegada;
c) Ao cruzar a linha de chegada o atleta assume o seu resultado final, não havendo qualquer possibilidade
de o atleta retornar a competição novamente;
d) O atleta deve manter uma atitude desportiva, não desmerecendo a classificação dos seus adversários;
e) Se houver empate na chegada entre dois ou mais atletas, a classificação da chegada será decidida pelo
Árbitro de Cronometragem, que poderá recorrer aos recursos de foto ou vídeo para dar seu parecer final.
5.1 - REGRAS GERAIS
As categorias para as competições oficiais ou homologadas pela CBTri estarão assim divididas: Elite,
Sub23, Júnior, Infantil, Infanto-Juvenil e Faixas Etárias, conforme a Norma de Categorias e Distâncias.
5.2 – INDICAÇÃO DOS ATLETAS
a) Elite: as Federações Estaduais podem nomear até 8 homens e 8 mulheres para competir nos
Campeonatos Brasileiros sancionados pela CBTri, representando um mesmo Estado. Atletas da Elite
concorrerão ao título de Campeão Brasileiro, observando-se o seguinte:
I. Os critérios para a formação das Seleções Estaduais de atletas Elite deverão ser rígidos e eficientes a
fim de se ter uma competição sem desigualdades, o que impede que competidores despreparados
prejudiquem a sua segurança e a de outros competidores;
II. Se a Comissão Técnica da CBTri achar que um competidor não tenha condições técnicas para
participar na Elite, poderá recusar sua inscrição;
Um dos critérios a ser utilizado será o percentual de tempo, ou seja, o atleta que completar a
Competição com tempo superior a 15% do tempo do primeiro colocado será rebaixado para a faixa
etária e só poderá participar da elite no ano seguinte por solicitação da federação de origem com
comprovação de rendimento do atleta ou por convocação da Comissão Técnica.
III. A Comissão Técnica da CBTri é quem define a forma de convocação da Seleção Brasileira de atletas
Elite.
a) Sub 23: as Federações Estaduais podem nomear até 8 homens e 8 mulheres para competir nos
Campeonatos Brasileiros sancionados pela CBTri, representando um mesmo Estado. Atletas da Sub 23
concorrerão ao título de Campeão Brasileiro Sub 23, observando-se o seguinte:
I. Os critérios para a formação das Seleções Estaduais de atletas Sub 23 deverão ser rígidos e eficientes
a fim de se ter uma competição sem desigualdades, o que impede que competidores despreparados
prejudiquem a sua segurança e a de outros competidores;
II. Se a Comissão Técnica da CBTri achar que um competidor não tenha condições técnicas para
participar na Sub 23, poderá recusar sua inscrição;
Um dos critérios a ser utilizado será o percentual de tempo, ou seja, o atleta que completar a
Competição com tempo superior a 15% do tempo do primeiro colocado será rebaixado para a faixa
etária e só poderá participar no ano seguinte por solicitação da federação de origem com
comprovação de rendimento do atleta ou por convocação da Comissão Técnica.
III. A Comissão Técnica da CBTri é quem define a forma de convocação da Seleção Brasileira de atletas
Sub 23.
c) Juniores: Atletas com idades entre 16 e 19 anos são chamados de “Júnior” e irão competir pelo título de
Campeão Brasileiro Júnior com distância sprint, obedecendo aos seguintes critérios:
I. As Federações não terão limite para inscrição de atletas nesta categoria, porém o critério de
convocação deverá ser rígido e eficiente, a fim de termos uma competição sem desigualdades, com
objetivo de impedir que competidores despreparados prejudiquem a sua segurança e a segurança de
outros competidores.;
c) Infantil: Competirão nesta categoria atletas com idades entre 8 e 13 anos, conforme os seguintes
critérios:
I. A divisão desta Categoria e as distâncias, que não poderão ser superiores às oficiais, estão indicadas
na Norma de Categorias e Distâncias.
II. As Federações filiadas à CBTri que permitirem que seus atletas da categoria infantil disputem
Competições com distâncias superiores as permitidas serão notificadas. Em caso de reincidência e de
uma nova notificação, o assunto será encaminhado ao STJD da CBTri.
d) Infanto-Juvenil: Competirão nesta categoria atletas com idade entre 14 e 15 anos, conforme os
seguintes critérios:
I. As distâncias desta Categoria, que não poderão ser superiores às oficiais, estão indicadas na Norma
de Categorias e Distâncias.
II. As Federações filiadas à CBTri que permitirem que seus atletas da categoria Infanto-Juvenil disputem
Competições com distâncias superiores às permitidas serão notificadas. Em caso de reincidência e de
uma nova notificação, o assunto será encaminhado ao STJD da CBTri.
e) Faixas Etárias: Competirão nesta categoria atletas com idade de 16 anos e acima, conforme as divisões
indicadas na Norma de Categorias e distâncias.
6.1 - REGRAS GERAIS:
Caso nas Competições oficiais da CBTri haja competição por equipes, os seguintes critérios serão
utilizados:
a) As equipes Estaduais serão representadas pelos atletas das categorias Elite, Sub 23, Júnior, Infantil,
Infanto-Juvenil e Faixas Etárias;
b) Somente pontuam os três primeiros atletas de cada categoria;
c) Em caso de empate, o 1º critério de desempate será através da equipe que obtiver o maior número de 1º
lugares. Se ainda assim continuar o empate, o 2º critério será a equipe que obtiver o maior número de 2º
lugares, e assim por diante.
a) Todas as competições oficiais da CBTri, bem como as demais organizadas por ela ou por suas afiliadas,
deverão distribuir iguais valores em dinheiro e em número de prêmios para ambos os sexos;
b) Todos os competidores que se colocarem entre os três primeiros colocados em suas respectivas
categorias receberão medalhas ou troféus;
c) Para os atletas infantis não haverá premiação dos primeiros colocados, mas medalha de participação
para todos os atletas que completarem a prova. Deverá haver sorteio de brindes ( material esportivo de
preferência) para os atletas como forma de estimular a participação.
d) Para distribuição da premiação em dinheiro deverá ser utilizada a tabela abaixo
A pontuação oficial é a seguinte:
1º 100 pontos 6º 60 pontos
11º 35 pontos
16º 14 pontos
2º 85 pontos
7º 55 pontos
12 30 pontos
17º 13 pontos
3º 75 pontos
8º 50 pontos
12º 25 pontos
18ª 12 pontos
4º 70 pontos
9º 45 pontos 13º 20 pontos
19º 11 pontos
5º 65 pontos
10º 40 pontos
15º 15 pontos
20º 10 pontos
A função dos árbitros é conduzir a competição, fazendo cumprir as regras de competição da CBTri. Os
árbitros são classificados da seguinte forma:
a) Delegado Técnico da CBTri (DT): Indicado pela CBTri, tem como função assegurar que todos os
pormenores das Normas e Regras de Competição da CBTri sejam rigorosamente cumpridos;
b) Diretor de Prova (DP): supervisiona, determina, controla, certifica e direciona o posicionamento dos
árbitros e pronuncia o julgamento final sobre violação de regras apontadas pelos árbitros de competição;
c) Árbitro Geral: coordena todos os árbitros;
d) Árbitros: todos aqueles que estiverem designados para trabalhar juntamente com o Árbitro Geral. Cada
setor terá um árbitro, ou seja: árbitro de natação, árbitro de transição, árbitro de ciclismo, árbitro de
corrida, árbitro de cronometragem e tantos outros ajudantes quantos necessários.
Regulamentar os critérios de notificação, desqualificação e punição dados a um atleta quando ele deixa de
cumprir as Normas e Regras de Competição, sendo que todos os atletas estão subordinados às Regras de
Competição desde sua inscrição na competição até o encerramento oficial após a cerimônia de premiação.
A comissão técnica da CBTri poderá penalizar o atleta a qualquer momento, apos o termino da competição
se for constatado alguma irregularidade
a) Deve ser feita a notificação quando:
I. A violação da regra parece não intencional e pode ser corrigida após a notificação;
II. Um árbitro perceber que a violação está para acontecer;
III. O competidor esteja fazendo uso abusivo da linguagem.
b) Não é obrigatório que um árbitro notifique um atleta antes da desqualificação;
c) O propósito de uma notificação é alertar os atletas sobre possíveis violações de regras e promover uma
atitude preventiva;
d) O árbitro transmite a notificação verbalmente ou por meio de um apito. Em seguida ele fala o número do
atleta notificado e mostra o cartão amarelo. O número do atleta notificado é anotado;
e) Se um árbitro não conseguir transmitir a notificação durante a etapa que ocorreu a irregularidade, esta
poderá ser feita a qualquer momento da competição;
f) Quando um atleta for advertido com cartão amarelo, deverá parar de uma maneira segura e seguir as
instruções do árbitro. Na etapa do ciclismo o atleta que for punido com Parada Obrigatória terá que
desmontar de sua bicicleta em local determinado pelo árbitro, colocando os dois pés no chão de um
mesmo lado da bicicleta e aguardar o sinal do árbitro para que possa montar na bicicleta e seguir na
competição. A Parada Obrigatória poderá ser cobrada quando o atleta estiver fazendo sua transição.
g) Caso o árbitro não tenha condições de penalizar o atleta durante a competição, esta penalização poderá
ser aplicada através do acréscimo de tempo ao tempo final do atleta, conforme avaliação do Árbitro
Geral da Competição.
A desqualificação será aplicada quando uma regra tiver sido violada.
a) O árbitro da Competição transmite a desqualificação verbalmente ou por meio de um apito. Em seguida
ele fala o número do atleta desqualificado e mostra o cartão vermelho. O número do atleta desqualificado é
anotado;
b) Se um árbitro não conseguir transmitir a desqualificação durante a Competição, esta poderá ser feita
após o término da mesma;
c) A Federação do atleta desqualificado poderá entrar com recurso contra a decisão do árbitro, de acordo
com as condições estabelecidas na seção Recursos;
d) Um competidor pode ser desqualificado ou penalizado pelas seguintes violações (mas pode ser também
por outras):
I. Recusar-se a seguir as instruções dos árbitros de Competição;
II. Violar o regulamento de tráfego;
III. Não seguir o percurso pré-estabelecido;
IV. Sair do percurso por motivo de segurança e não retornar pelo ponto de saída;
V. Bloquear ou obstruir o progresso de outro competidor propositadamente, ou interferir no seu
progresso;
VI. Contato desleal.
VII. Não estiver usando os números de competição fornecidos pela organização, altera-los ou
recorta-los, tampar o nome dos patrocinadores que possam estar impressos. (Durante a etapa
do ciclismo, deve ser usado o número da bicicleta; na etapa da corrida, o número deve ser
usado na parte da frente do atleta entre o peito e a cintura;)
VIII. Usar equipamentos que possam colocar em risco outros competidores ou a si próprio. Ex.:
Fones de ouvido, recipientes de vidro, walkman, jóias e etc.;
IX. Usar equipamento sem autorização que possa promover uma vantagem ou que possa promover
perigo a si mesmo ou aos outros;
X. Ter atitude não desportiva, fazer uso abusivo da linguagem vulgar ou de baixo calão e de gestos
inadequados (também passível de suspensão);
XI. Receber ajuda externa ou de um árbitro que constitua uma vantagem injusta;
XII. Descartar equipamento ou artigos pessoais no percurso da Competição. Todo o equipamento
deve ser descartado na área de transição no local determinado para cada atleta, ou em um local
conforme determinação do Árbitro-Geral da competição;
a) Competidor taxado com violação à regra tem direito de apelar com “Recurso”, através de sua Federação,
exceto no caso de Questão de Julgamento dos árbitros. Veja seção Recursos.
Parágrafo Único: A Federação que não participar do Congresso Técnico não terá direito a Recursos.
Qualquer Recurso será analisado em primeira estância pelo Júri de Competição, composto por (5) cinco
membros: Delegado Técnico, Diretor de Competição, Representante da Federação anfitriã, Representante
das Federações, Representante dos Atletas. O Júri de Competição aprecia e faz-se pronunciar sobre os
Recursos apresentados, observando os seguintes princípios:
a) Creditar igual peso às evidências e testemunhos prestados por qualquer um que seja;
b) Reconhecer que um testemunho honesto pode variar e ser conflitante com o resultado de observação
pessoal ou recordação;
c) Usar de toda percepção até que todas as evidências sejam avaliadas;
d) Reconhecer que um atleta é inocente, até que as alegadas violações possam ser estabelecidas de forma
inteiramente satisfatória pelo Júri de Competição.
Essa penalidade significa que o atleta não poderá participar de competições sancionadas pela CBTri ou de
competições sancionadas pelas entidades direta ou indiretamente filiadas a ela, bem como de competições
promovidas por outras Federações Nacionais filiadas à ITU durante o período de suspensão estabelecido.
a) Um competidor será suspenso por (mas não limitado a):
I. Conduta não desportiva;
II. Fraude, isto é, entrar com um nome ou idade que não seja a do atleta, falsificando uma
declaração, ou dando uma informação falsa;
III. Violações repetidas das regras da CBTri ;
IV. Uso de substância ou práticas que artificialmente aumentem a performance (doping);
V. Outros atos não especificados neste Manual e devidamente avaliados pelo STJD, em caso de
Campeonatos Nacionais e, TJD, em caso de Campeonatos Estaduais.
b) O atleta poderá ser suspenso pelo Júri de Competição por um prazo não superior a 15 (quinze) dias,
tempo suficiente para a convocação da Comissão Disciplinar, que, em segunda instância, avaliará a
punição e, determinará a duração da suspensão.
10.7 - EXPULSÃO:
Esta penalidade só pode ser declarada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, e o atleta
penalizado não mais poderá participar de competições sancionadas pela CBTri, pelas entidades a ela
filiadas direta ou indiretamente, ou ainda de competições promovidas por Federações Nacionais filiadas a
ITU .
a) Um atleta será expulso quando apresentar;
I. Uma Segunda ofensa por droga, como descrito nas Regras para controle Anti-Doping do COI e COB;
II. Um ato desportivo incomum ou violento;
III. De forma deliberada e repetidamente, desrespeito aos regulamentos da CBTri;
10.8 - NOTIFICAÇÃO DE INFRAÇÃO:
a) Quando um atleta for suspenso ou expulso o presidente da CBTri notificará as Federações, o COB e a
ITU por escrito no prazo de 30 dias;
b) O atleta quando receber uma advertência em uma competição poderá receber uma notificação por
escrito com objetivo de informar qual o item do regulamento infringido e quais os procedimentos que ele
deverá tomar para que não haja reincidência.
10.9 - REINTEGRAÇÃO:
A Federação do atleta suspenso deverá solicitar, por meio de ofício, ao Presidente da CBTri a reintegração
do atleta após o término de sua punição.
11.1.1 - PRIMEIRA INSTÂNCIA
a) O “Recurso” é uma reclamação formal de uma Federação contra a conduta de um outro competidor,
árbitro ou ainda contra condições de competição;
b) Em primeira instância, o “Recurso” será encaminhado ao Júri de Competição;
c) Recursos somente poderão ser apresentados pelo representante da Federação, em formulário próprio, e
entregues ao Diretor de Competição - DP;
d) O DP, caso o “Recurso” não se enquadre no critério de “Validade de um Recurso” poderá indeferi-lo sem
ter a necessidade de encaminhá-lo ao Júri de Competição;
e) “Recursos” referentes à inegibilidade de um competidor deverão ser entregues ao DP. O Competidor
afetado poderá competir. A decisão do recurso será tomada antes do anúncio do resultado final;
f) “Recursos” de um competidor contra outro, sobre equipamentos utilizados na competição ou contra a
arbitragem devem ser entregues ao DP no máximo 30 minutos após a chegada do último atleta;
g) “Recursos” referentes ao percurso devem ser entregues ao DP até 120 minutos após o Congresso
Técnico ou 24 horas antes da largada da Competição;
h) “Recursos” contra a Cronometragem devem ser entregues ao DP, até 30 minutos após a apresentação
dos resultados extra-oficiais;
i) A Federação poderá recorrer, em segunda instância, sobre a decisão do Júri de Competição;
j) A Federação terá um prazo máximo de 14 dias para recorrer, em segunda instância, sobre a decisão do
Júri de Competição;
k) Para encaminhar um “Recurso” para a segunda instância, a Federação deverá enviar um ofício ao
Presidente da CBTri requerendo o encaminhamento, anexando ao mesmo o Formulário para Recurso;
À Comissão Disciplinar, segunda instância de julgamento da CBTri, formada por 5 (cinco) membros que
não pertençam aos referidos órgãos judicantes e, que por estes serão indicados (STJD), cabe julgar todos
a) Os “Recursos” somente serão julgados pela “Comissão Disciplinar” após terem sido analisados e
julgados, em primeira instância, pelo Júri de Competição;
b) O “Recurso” deverá ser encaminhado ao Presidente da CBTri em um máximo de 14 dias após decisão
do julgamento em primeira instância;
c) Junto ao encaminhamento deve ser enviado o Formulário para Recurso devidamente preenchido;
d) A Federação poderá recorrer, em terceira instância, sobre a decisão da Comissão Disciplinar;
e) A Federação terá um prazo máximo de 14 dias para recorrer, em terceira instância, sobre a decisão da
Comissão Disciplinar;
f) Para encaminhar um “Recurso” para a terceira instância, a Federação deverá enviar um ofício ao
Presidente da CBTri requerendo o encaminhamento, anexando ao mesmo o Formulário para Recurso;
O STJD, terceira instância de julgamento da CBTri, é formado por 9 (nove) membros, sendo:
1. 2 (dois) indicados pela CBTri;
2. 2 (dois) indicados pelas Federações;
3. 2 (dois) indicados pela OAB;
4. 1 (um) representante dos árbitros, por estes indicados;
5. 2 (dois) representantes dos atletas, por estes indicados.
Ao STJD cabe julgar todos os “Recursos” conforme segue:
a) Os “Recursos” somente serão julgados pela “STJD”, após, em segunda instância, terem sido analisados
e julgados pela Comissão Disciplinar;
b) O “Recurso” deverá ser encaminhado ao Presidente da CBTri em um máximo de 14 dias após decisão
Do julgamento em segunda instância;
c) Junto ao encaminhamento deve ser enviado o Formulário para “Recurso” devidamente preenchido;
11.2.1 – EM PRIMEIRA INSTÂNCIA (Júri de Competição):
a) Nome da Federação requerente;
b) Nome do atleta envolvido, se for o caso;
c) Nome da competição, local e data;
d) Nome e endereço das pessoas envolvidas, inclusive testemunhas;
e) Uma breve explanação dos fatos relativos ao “Recurso”;
a) Nome da Federação requerente;
b) Nome do atleta envolvido (caso o assunto seja relacionado a atletas);
c) Nome da competição, local e data;
d) Nome e endereço das pessoas envolvidas, inclusive testemunhas;
e) Uma breve explanação dos fatos relativos ao “Recurso”;
O “Recurso” não poderá ser formulado contra questões de julgamento dos árbitros, tais como: pegar vácuo,
bloquear adversário e conduta não desportiva.
Fonte: www.cbtri.org.br