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Os Museus do Vaticano

O museu do Vaticano - Uma colecção das mais belas obras de arte da história da humanidade.

Não poderão deixar Roma sem visitar o Vaticano, não esquecendo os seus famosos museus . Asseguramos-lhe que ficarão maravilhados com as obras de arte que aí encontrarão, entre elas a famosa capela sextina pintada pelo famoso Miguel Angelo (na foto).

O passeio começa pelo museu Egípcio onde poderão admirar placas com hieroglífos com mais de 4000 anos. Poderão também ver uma múmia no seu sarcófago e várias esculturas das divindades egípcias. Na continuação ficarão admirados com as salas que se seguem, onde poderão apreciar frescos no tecto e nas paredes de grandes artistas como Miguel Angelo e Rafael. Serão salas e salas de pura beleza.

O passeio termina com a famosa capela sextina onde ficarão maravilhados com esta obra de arte. Não há palavras que possam descrever o que os vossos olhos verão. O visitar deste museu será uma experiência muito enriquecedora para toda a família, uma forma de adquirir cultura e dar valor aos sentidos, em especial à visão.

Fonte: www.queroaitalia.com

Os Museus do Vaticano

(Musei Vaticani)

Os famosos Museus do Vaticano consistem em mais de mil quartos e galerias com tesouros de arte de todas as épocas e de valor incalculável. A surpreendente coleção inclui obras do antigo Egito, Grécia, Roma e do Renascimento - com esculturas, pinturas, tecidos, entre outras preciosidades.

O primeiro dos Museus do Vaticano, o Museu Pio-Clementino, abriga os trabalhos de gregos e da arte romana, como a grandiosa escultura em bronze “Apollo Belvedere”.

Mas a estrela é a espetacular pintura de Michelangelo no teto da Capela Sistina representando as nove cenas do livro do Gênesis, incluindo “A criação de Adão”. Na parede em frente, podemos ver outro grande trabalho do artista: “O Ultimo julgamento”.

As pinturas nas paredes incluem trabalhos de outros artistas renascentistas como “A tentação de Cristo” de Boticelli e a ”Limpeza dos leprosos”.

Fonte: www.discoverybrasil.com

Museus do Vaticano

À esquerda, Giulio Romano e Rafael - Incêndio no Burgo, afresco em luneta; 6,70m na base; Acima, Fra Angélico (1387-1455)
À esquerda, Giulio Romano e Rafael - Incêndio no Burgo, afresco em luneta; 6,70m na base; Acima, Fra Angélico (1387-1455)

Os Palácios Vaticanos, um imenso bloco de construções com mais de 1400 ambientes, hospedam os Museus do Vaticano. É um conjunto de galerias, monumentos e museus pontifícios de grande importância para a humanidade, não só pela preciosidade e qualidade das obras, como pelo cenário que foram criados para preserva-las.

A história dos edifícios que abrigam os museus e que incluem aposentos e capelas decorados, é muito complicada, pois desde o século XV até os dias de hoje, as atividades de construção nunca cessaram. O imenso conjunto nasceu com a reconstrução da Basílica de São Pedro¹, pois até então as acomodações do Vaticano eram insignificantes. Coube ao papa Nicolau V a primeira reorganização dos palácios e galerias.

Enquanto o Museu Pio Clementino e o Museu Chiaromonti conservam uma coleção de antiguidades considerada a mais notável do mundo, as 18 salas da Pinacoteca Vaticana guardam as grandes obras-primas da pintura italiana e européia. Como se ainda não bastasse, existem outros museus, como o Gregoriano-Etrusco, os aposentos dos Borgias, as Stanze de Rafael e a Magnífica Capela Sistina². Uma semana seria o mínimo necessário para se conhecer (quase) tudo.

Os Museus do Vaticano se originaram das coleções particulares do Cardeal Giuliano della Rovere, que as trouxe para o Palácio Apostólico quando foi eleito papa (1503-1513) e tomou o nome de Júlio II. Ele exibiu as peças no Jardim Belvedere, construído por Inocêncio VIII (1482-1492). Típico do humanismo, este acervo foi enriquecido pela disposição e generosidade dos papas Leão X (1513-1521), Clemente VII (1523-1534) e Paulo III (1534-1550). No Jardim das Estátuas, como também ficou conhecido o museu de Júlio II, destacavam-se esculturas maravilhosas da Antiguidade como O Apolo do Belvedere, o Torso, representação talvez de Hércules (séc. I a.C.); o Laocoonte, que representa o sacerdote troiano com os filhos atacado pelas serpentes porque havia desconfiado dos troianos que queriam receber o cavalo de madeira; e o Tibre e o Nilo. Mas foi o papa Sisto IV (1471-1484), quem construiu o primeiro museu da Europa, na Colina Capitolina, em Roma. A Idade Média conseguiu transmitir a herança espiritual, política e jurídica do mundo clássico ocidental, anterior à vinda de Cristo. A igreja teve o mérito de reconhecer o eterno valor desta preciosa herança escrita, à qual os papas do Renascimento acrescentaram o valor das artes figurativas, criando museus ao lado de bibliotecas.

Cenas das Vidas de Santo Estevão e São Lourenço - Detalhe de Santo Estevão pregando. Afresco; 2,69 x 2,00m. e acima à dir. Exéquias
Cenas das Vidas de Santo Estevão e São Lourenço - Detalhe de Santo Estevão pregando. Afresco; 2,69 x 2,00m. e acima à dir. Exéquias

Foi somente no século XVIII, influenciado por Winckelmann na arqueologia e por Lanzi na história da arte, que o papa Bento XIV (1740-1758) concluiu o projeto de Clemente XI (1700-1721), fundando o Museu Sacro da Biblioteca do Vaticano, onde são preservados objetos de arte menor medieval, mas de inestimável valor artístico e histórico. Entre as preciosidades, o Relicário da Verdadeira Cruz (séc. X), da Sancta Sanctorum de Latrão; um ícone do século XI representando São João Crisóstomo; relicários de esmalte de Limoges, que datam do século XIII ao século XVI e o Díptico de Rambona do século IX.

Clemente XIII (1758-1769), sucessor de Bento XIV, acrescentou à Biblioteca do Vaticano o Museu Profano, que é destinado às artes menores da Antiguidade, mas que também guardam relíquias da pintura clássica romana, tais como os afrescos que ilustram episódios da Odisséia de Homero e a pintura do chamado Casamento Aldobrandini, ambos da época de Augusto (séc. I d.C.). Mais recentemente transformaram em museu o Salone Sistino, construído por Sisto V (1585-1590) para servir de novo salão de leituras da biblioteca, onde ficam expostos seus mais valiosos tesouros como o Rolo de Josué, pintura miniaturista bizantina (sécs. VII / VIII); dois Códices de Virgílio (sécs. IV e V), entre outros manuscritos preciosos.

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