
Bandeira da Venezuela, adotada em 2006
A Bandeira da Venezuela é constituída por três listas horizontais de tamanho idêntico, com as cores amarela, azul e vermelha.
O amarelo simboliza as riquezas do território venezuelano, o azul o mar que separa a Venezuela da Espanha
O vermelho o sangue derramado pelos que lutaram pela independência.
Na lista azul figuraram ao centro sete estrelas em arco que representam as sete províncias que assinaram o Acto de Independência (Acta de la Independencia) a 5 de Julho de 1811 (Caracas, Cumaná, Barcelona, Barinas, Margarita, Mérida e Trujillo).
Em Março de 2006 o governo da Venezuela decretou a adição de mais uma estrela na lista azul.
No dia 12 de Março de 1806 o herói independentista venezuelano Francisco de Miranda içou no seu navio Leander, que se encontrava nas águas da baia de Jacmel no Haiti, uma bandeira tricolor com as actuais cores da bandeira. Essa mesma bandeira foi adoptada em 1811 pelo Congresso, tendo sido içada como bandeira nacional pela primeira vez a 14 de Julho do mesmo ano.
No dia 15 de Julho de 1930 o Congresso Nacional decretou a junção das sete estrelas em forma de arco na lista azul.
A 17 de Fevereiro de 1954, através da Lei da Bandeira, Escudo e Hino Nacionais (Ley de Bandera, Escudo e Himno Nacionales), foi incorporado o brasão de armas da Venezuela na lista amarela, situando-o no extremo superior junto ao haste. Esta é a bandeira da Presidência da República e das Forças Armadas, que se encontra também nos edifícios governamentais.
Em 1963 o presidente venezuelano Rómulo Betancourt declarou o dia 12 de Março como Dia Nacional da Bandeira, em memória do dia no qual ela foi içada pela primeira vez por Miranda.
No dia 12 de Março de 2006 foram anunciadas alterações à bandeira da Venezuela. Estas consistem na adição de uma oitava estrela denominada pelo Presidente Hugo Chávez como a "estrela Bolívar" em honra a Simón Bolívar que em 1817 tinha já apresentado essa proposta. Esta oitava estrela pretende reconhecer a contribuição da Guayana - uma província do século XIX cujo território está hoje no essencial integrado no estado Bolívar - na luta pela independência do país.
O Brasão de armas da Venezuela foi igualmente alterado: o cavalo agora corre para o lado esquerdo.
A oposição venezuela criticou as alterações, alegando que estas não resultaram de uma ampla consulta popular.
Fonte: pt.wikipedia.org
A bandeira da Venezuela é essencialmente a do general Francisco de Miranda, precursor da independência sul-americana, mentor de Bolivar. As corres desta bandeira são o amarelo, o azul e o vermelho, usadas hoje pela Venezuela, Colômbia e Equador.
A bandeira de Miranda foi içada pela primeira vez a 12 de março de 1806, próximo às costas de Haití, a bordo do "Leandro", um dos navios da expedição libertadora que então se iniciava. Consistia esta bandeira de três faixas horizontais, amarela a superior, azul a do centro e vermelha a inferior, sendo a mais larga a amarela e a mais estreita a vermelha. Ao declarar-se solenemente a independência venezuelana, a 5 de julho de 1811, decidiu-se que a insígnia nacional fosse igual à bandeira arvorada por Miranda no "Leandro". No dia 14 desse mesmo mês arvorou-se solenemente esta bandeira em Caracas, na Praça Maior da Catedral, hoje praça Bolivar, sitio no qual cinco anos antes a bandeira e a efigie de Miranda foram queimadas pelas autoridades espanholas.
Várias disposições legais em diversas épocas teem modificado ligeiramente o pavilhão venezuelano. Atualmente as três faixas são da mesma largura e aparece no centro da faixa azul um semi-círculo de sete estrelas brancas, em honra das sete províncias que declararam sua independência a 5 de julho de 1811. A bandeira de guerra leva, alem disso, as armas nacionais na faixa amarela, junto à haste.
Fonte: almanaque.folha.uol.com.br

Escudo da Venezuela