São doenças causadas por vermes e protozoários. A contaminação se dá de várias formas, sendo que a principal é a ingestão de alimentos ou água contaminada e através da pele por ferimentos pequenos.
Seja pela ausência ou precariedade de saneamento básico, seja por questões que envolvam os cuidados com higiene individual ou de instalações (reservatórios para água e meios de preparo/ conservação dos alimentos), tudo aquilo que ingerimos pode estar contaminado por microorganismos e causar doenças. É importante destacar o fato de que o número de casos dessas doenças é sempre bem maior nas áreas de baixas condições sócio-econômicas e carência de saneamento básico, incluindo-se o tratamento da água, do esgoto, do lixo e o controle de vetores, particularmente moscas, ratos e baratas.
De modo geral, a maioria das pessoas infectadas se apresenta com quadro de dor abdominal, cólicas, náuseas, vômitos, diarréias, perda de peso, anemia, febre e sintomas respiratórios. O tratamento é feito com medicamentos antiparasitários específicos após a identificação do agente causador.
A prevenção das parasitoses exige medidas simples, mas é preciso que se crie o hábito de executá-las rotineiramente.
Fonte: bvsms.saude.gov.br
Verminoses são uma espécie de infecção intestinal, provocada por agentes específicos, denominados parasitas. Constitui-se uma doença freqüente, de difícil controle pelos órgãos públicos, que acomete o ser humano de forma irrestrita. É observada nas crianças e nos adultos, em ambos os sexos, em todas as classes sociais, tanto na zona rural como nas cidades.
As conseqüências decorrentes destas doenças podem representar grande danos à saúde do indivíduo, por vezes até fatais. A prevenção constitui-se a forma mais segura e eficaz contra uma destas infecções, portanto, as orientações encontradas neste texto são de importância para todos.
As verminoses mais freqüentes são: ascaridíase (lombrigas), teníase (solitária), oxiuríase, tricuríase, ancilostomíase (amarelão) e esquistossomosee os platelmintes.
Os principais sintomas relacionados com as verminoses são: cólicas abdominais, enjôo, mudança do apetite, falta de disposição, fraqueza, emagrecimento, tonturas, vômitos, diarréia com ou sem perda de sangue ou fome constante.
O mais comum é a desidratação causada pela diarréia e vômito, que ocorrem na fase aguda da doença. Outras condições também são descritas em conseqüência as verminoses: obstrução intestinal, retardo do desenvolvimento físico, comprometimento do comportamento na infância, e anemia cada vez mais grave.
As verminoses são transmitidas por alimentos contaminados, frutas e verduras mal lavadas, água contaminada, carnes cruas ou mal cozidas, mãos sujas, objetos contaminados (chupetas, brinquedos, copos, pratos, talheres, etc...). Menos freqüente é a contaminação pela poeira (lombriga), e através da penetração direta pela pele - "sola dos pés" - como no caso do amarelão e da esquistossomose.
A prevenção corresponde a melhor forma de proteger a saúde contra as verminoses.
Fonte: pt.wikipedia.org
As verminoses são um tipo de infecção intestinal, provocada por agentes específicos, denominados parasitas. Constitui-se uma i doença freqüente, de difícil controle pêlos órgãos públicos, que acomete o ser humano de forma irrestrita. Ocorre em crianças e adultos, de ambos os sexos, em todas as classes sociais, tanto na zona rural como nas cidades.
A doença é transmitida por alimentos contaminados, frutas e verduras mal lavadas, água contaminada, carnes cruas ou mal cozidas, mãos sujas, objetos contaminados (chupetas, brinquedos, copos, pratos, talheres, etc.). A contaminação pela poeira (lombriga) é menos freqüente e se dá através da penetração direta pela pele - "sola dos pés" - como no caso do amarelão e da esquistossomose.
De modo geral, a maioria das pessoas infectadas se apresenta com quadro de dor abdominal, cólicas, náuseas, vômitos, diarréias, perda de peso, anemia, febre e quadros respiratórios. A apresentação dos sintomas e os exames de fezes normalmente dão a identificação do parasita. Exames de sangue podem ser necessários se houver acometimento sistêmico.
Medicamentos antiparasitários específicos são utilizados por orientação médica, após a identificação do agente causador. O tratamento das populações afetadas reduz bastante o índice de infecções numa comunidade.
A prevenção constitui-se a forma mais segura e eficaz contra estas infecções.
As verminoses mais freqüentes são: ascaridíase (lombrigas), teníase (solitária), oxiuríase, tricuríase e ancilostomíase (amarelão). Outras, menos freqüentes, também são importantes, principalmente devido ao quadro clínico de alto risco para o paciente, tais como: amebiase, strongiloidiase. giardíase e esquistossomose.
Verminose NÃO É SOMENTE UM PROBLEMA QUE AFETA CRIANÇAS DE BAIXA RENDA, mas acomete todo nosso Brasil. Para mudarmos este quadro há que conscientizarmos e mudarmos nossas condutas de higiene, além de exigirmos medidas sanitárias mais sérias tanto no saneamento básico, mas também treinamento e controle sanitário de restaurantes, bares, lanchonetes, agricultura, escolas, produtores de água mineral, filtros de água e tudo que se relacione à veiculação de água e alimentos.
A prevenção corresponde a melhor forma de proteger a saúde contra as verminoses.
Fonte: Espaço Saúde HAC
As doenças parasitárias causadas por helmintos e protozoários são uma das manifestações mais comuns em pediatria e responsáveis por um significativo número de internações. A maioria das infestações resulta da ingestão de ovos de parasitas, devido a isto, é mais freqüente em crianças maiores. Ascaridíase, estrongiloidíase, giardíase, ancilostomíase, oxiuríase, tricuríase, larvas mígrans visceral, são algumas das infestações mais freqüentes.
Diarréia, náuseas, vômitos, são alguns sinais que o portador de verminoses pode apresentar, variando de grau de acordo com o agente etiológico (parasita causador da doença). Destacam-se:
Em infecções leves, manifesta-se assintomaticamente; caso haja infecção profusa pode ocorrer anorexia, irritabilidade, abdome aumentado, febre, cólica intestinal; casos mais graves podem levar à obstrução intestinal, apendicite, perfuração do intestino com peritonite, pneumonite, icterícia obstrutiva.
Em infecções leves, manifesta-se assintomaticamente; nos casos mais graves seus sinais e sintomas são respiratórios e também dor e distenção abdominais, náuseas, vômitos, diarréia.
Pode ser assintomática, mas geralmente manifestam sintomas em qualquer estágio, tais como: diarréia, vomito, anorexia, retardo no crescimento, cólicas abdominais, etc.
Em individuos bem nutridos evolui sem problemas, mais intensamente manifesta-se por anemia, desnutrição, prurido e queimação.
A principal manifestação é o prurido perianal intenso, podendo ocorrer dermatite e escoriações perianais secundarias ao prurido; caso os parasitas migrem há possibilidade de infecção vaginal e uretral.
As infecções leves apresentam caráter assintomático e infecções graves apresentam dor, distenção abdominal e diarréia.
Simples hábitos como lavar bem os alimentos antes de consumi-los, lavar bem as mãos após utilizar o sanitário, trocar as roupas de cama com freqüência, não andar descalço, manter as unhas curtas e limpas, devem ser adquiridos pela família para permitir que principalmente as crianças fiquem livres desses parasitas que tanto prejudicam sua saúde. Higiene é fundamental.
Fonte: www.uff.br
Verminoses são um tipo de infecção intestinal, provocada por agentes específico, denominados parasitos. Constitui-se uma doença freqüente, de difícil controle pelos órgãos públicos, que acomete o ser humano de forma irrestrita. É observada nas crianças e nos adultos, em ambos os sexos, em todas as classes sociais, tanto na zona rural como nas cidades.
As conseqüências decorrentes destas doenças podem representar grande danos à saúde do indivíduo, por vezes até fatais. A prevenção constitui-se a forma mais segura e eficaz contra uma destas infecções, portanto, as orientações encontradas neste texto são de importância para todos.
As verminoses mais freqüentes são: ascaridíase (lombrigas), teníase (solitária), oxiuríase, tricuríase e ancilostomíase (amarelão). Outras menos freqüente também são importantes, principalmente devido ao quadro clínico de alto risco para o paciente, tais como: amebíase, strongiloidíase, giardíase e esquistossomose.
Os principais sintomas relacionados com as verminoses são: cólicas abdominais, enjôo, mudança do apetite, falta de disposição, fraqueza, emagrecimento, tonturas, vômitos, diarréia com ou sem perda de sangue.
O mais comum é a desidratação causada pela diarréia e vômito, que ocorrem na fase aguda da doença. Outras condições também são descritas em conseqüência as verminoses: obstrução intestinal, retardo do desenvolvimento físico, comprometimento do comportamento na infância, e anemia cada vez mais grave.
As verminoses são transmitidas por alimentos contaminados, frutas e verduras mal lavadas, água contaminada, carnes cruas ou mal cozidas, mãos sujas, objetos contaminados (chupetas, brinquedos, copos, pratos, talheres, etc...). Menos freqüente é a contaminação pela poeira (lombriga), e através da penetração direta pela pele - "sola dos pés" - como no caso do amarelão e da esquistossomose.
A prevenção corresponde a melhor forma de proteger a saúde contra as verminoses.
Fonte: www.hospitalpitangueiras.com.br
As parasitoses intestinais afectam geralmente várias pessoas do mesmo agregado familiar ou comunidade. As crianças são o principal grupo de risco.
A parasitose intestinal é uma doença que pode ser provocada por um ou, simultaneamente, vários tipos de parasitas que se instalam no intestino dos seres humanos.
Os parasitas intestinais mais frequentes em Portugal são os nemátodos, como as "lombrigas" (Ascaris lumbricoides), os oxiúros (Enterobius vermiculares), os tricocéfalos (Trichiuris trichiura), os ancilostomas (Ancylostoma duodenale) e os estrongiloides (Strangyloides stercoralis), os céstodos, como as ténias (Taenia solium, Taenia saginata), e os protozoários, como a ameba (Entamoeba histolytica), e a giardia (Giardia lamblia).
A Giardia lamblia é um protozoário que se tornou um dos mais frequentes e importantes parasitas intestinais. A infecção por giardia pode ser adquirida por ingestão de água e de alimentos contaminados ou através de contágio pessoa a pessoa, por via fecal-oral, possível no ambiente familiar, numa creche ou instituição ou também no contexto de uma relação homossexual masculina. A forma activa da giardia vive na parte superior do intestino delgado, sendo eliminados quistos através das fezes, que têm a capacidade de infectar a pessoa que os ingerir. Os quistos resistem aos níveis de cloro habitualmente existentes nas águas das redes municipais, mas são destruídos pela fervura.
Os oxiúros (Enterobius vermiculares) são muito frequentes, e têm o aspecto de linhas brancas com cerca de 1 cm de comprimento. Vivem no cólon e no recto e durante a noite os parasitas fêmeas deslocam-se para a região perianal para aí colocarem os seus ovos.
O Trichiuris trichiura vive fixado à parede do intestino grosso. Os seus ovos são eliminados com as fezes do paciente e permanecem no solo, sendo necessárias duas a quatro semanas para se tornarem infecciosos.
Os Ascaris lumbricoides, ou lombrigas, como são vulgarmente conhecidas, podem chegar a medir mais de 30 cm. O Ascaris vive na parte superior do intestino delgado. Cada parasita fêmea pode produzir cerca de 200.000 ovos por dia, que são eliminados pelas fezes do portador. Os ovos permanecem no solo, sendo muito resistentes a diferentes condições climáticas, podendo manter a capacidade de infectar durante meses. Os ovos do parasita são ingeridos, quer pelas mãos sujas da criança que brinca, quer por ingestão de alimentos crus (frutos ou vegetais) contaminados com produtos de fezes.
Após os ovos terem sido ingeridos, desenvolvem-se larvas no intestino, que atravessam a parede deste, entram em circulação, dirigem-se aos pulmões, de onde se deslocam dos alvéolos à traqueia, para serem deglutidos e se desenvolverem no intestino como parasitas adultos.
Os parasitas intestinais podem provocar sintomas gerais, como falta de apetite, vontade de vomitar (náusea), vómitos, cansaço, diarreia ou cólicas intestinais, podendo alguns dos parasitas provocar problemas específicos.
O sintomas mais comum da infecção por Giardia é a diarreia, que pode ser aguda ou intermitente. As fezes são habitualmente muito mal cheirosas. As crianças atingidas podem manifestar também falta de apetite, cólicas abdominais, flatulência e perda de peso. Por vezes a criança apresenta sinais mais graves de doença, como distensão abdominal, má absorção de gorduras e lactose, e atraso de crescimento. No entanto, cerca de 76% das pessoas afectadas não apresenta qualquer sintoma.
A principal manifestação da infecção por oxiúros é o prurido anal, provocada por uma reacção alérgica às proteínas do parasita. O acto de coçar podem provocar escoriações. Nas raparigas pode surgir prurido e desconforto vaginal. Ao coçar-se, o doente pode voltar a infectar-se por via oral, com as mãos sujas, ou provocar a doença em outras pessoas. A maioria dos portadores de oxiúros não apresenta, no entanto, qualquer sintoma.
Nalgumas crianças com Trichiuris trichiura, a infecção manifesta-se por dor umbilical e diarreia, que pode por vezes ser intensa e chegar a produzir prolapso rectal. A criança pode manifestar também anemia e má nutrição, sobretudo quando está infectada por vários tipos de parasitas intestinais.
A maioria das pessoas infectadas com Ascaris pode não ter sintomas ou ter apenas algumas dores abdominais. Por vezes, tem conhecimento da sua infecção, quando uma lombriga é observada nas fezes ou então é expelida pela boca ou pelo nariz. Nalguns doentes pode desenvolver-se má nutrição e por vezes acumulam-se muitas lombrigas no intestino, provocando um quadro de obstrução, com vómitos, dor abdominal e distensão abdominal. Em alguns doentes pode desenvolver-se um quadro de dificuldade respiratória, semelhante a uma pneumonia.
O diagnóstico da infecção por Giardia pode ser feito de várias formas. A análise no laboratório de 3 amostras de fezes, revela quistos de Giardia em 50 a 90% dos doentes. Por vezes é necessário recorrer a endoscopia intestinal e biopsia do intestino delgado para estabelecer um diagnóstico definitivo.
O diagnóstico de oxiúros é feito pela observação de parasitas na criança ou nas suas roupas, podendo realizar-se um teste com fita adesiva na região perianal que se examina ao microscópio para detectar a presença de ovos.
As análises de amostras de fezes no laboratório raramente mostram a presença de oxiúros.
O diagnóstico de Trichiuris trichiura e de Ascaris é feito por análise no laboratório de amostras de fezes.
A parasitose intestinal pode ser detectada e tratada com bons resultados, sobretudo nos doentes que apresentam sintomas.
Quando a infecção não manifesta sintomas, pode evoluir de forma crónica durante muito tempo até provocar problemas como, por exemplo, a dor abdominal ou a má nutrição.
A evolução da doença depende do parasita em causa, da quantidade de parasitas presentes, do estado geral de saúde do doente e das suas capacidades de defesa, sendo o tratamento na maior parte dos casos eficaz, desde que se cumpram as normas de prescrição e os cuidados gerais de higiene e de tratamento das pessoas (e animais domésticos, quando indicado), que contactam com o doente.
O tratamento é feito com medicamentos, devendo ser respeitados os cuidados habituais de higiene.
A melhor forma de prevenir as parasitoses é respeitar e cumprir as normas de higiene comuns, como: manter os alimentos e os depósitos de água bem cobertos; beber apenas água potável, ou ferver a água por 10 minutos; lavar bem os alimentos como verduras, frutas e hortaliças; manipular os alimentos sempre com as mãos limpas; cozinhar bem as carnes, antes de consumi-las; não deixar as crianças brincarem em águas de enchentes, lagos e fontes; lavar com frequência as roupas interiores e de cama; manter sempre os sanitários limpos; lavar as mãos antes de comer, antes e depois de ir aos sanitários; manter sempre limpas e cortadas as unhas dos pés e das mãos; e tomar banho com frequência.
Existem outras doenças que podem provocar dores abdominais, perda de peso e períodos de diarreia, cuja possibilidade o médico assistente avalia através da história clínica, da observação e de exames complementares apropriados.
Helmintíase
Sempre que se suspeita da existência de parasitose intestinal, deve ser consultado o médico assistente para orientar o tratamento.
As crianças, pelas suas actividades, estão mais predispostas ao contágio através das suas mãos, que facilmente sujam e colocam na boca.
As crianças, pelas suas actividades, estão mais predispostas ao contágio através das suas mãos, que facilmente sujam e colocam na boca.
Fonte: www.millenniumbcp.pt
Doenças causadas por vermes e protozoários, localizadas no intestino humano, extraindo daí as substâncias necessárias à sua sobrevivência.
Ascaridíase: causada pelo verme Ascarís lumbrigóides
Amebíase: causada pelo protozoário Entamoeba histolytica
Giardíase: causada pelo protozoário Giardia lamella
Ascaridíase: por ingestão de alimentos (legumes e verduras cruas) ou água contendo ovos do parasita.
Amebíase e Giardíase: através da ingestão de alimentos contaminados por moscas e baratas (Giardíase) ou pela água contendo cisto do parasita.
Ascaridíase: dor abdominal (cólica), falta ou excesso de apetite, diarréia e até obstrução intestinal(casos graves).
Amebíase: diarréia com muco e sangue, cólicas abdominais, náuseas e vômitos.
Giardíase: Diarréia ou constipação, ardência no estômago, dor abdominal e perda de peso.
Fonte: www.exercito.gov.br
As parasitoses intestinais são motivo comum de procura ao pediatra, podendo resultar em desnutrição, anemia e retardo do crescimento. A reinfecção é comum, portanto o tratamento consiste além do emprego de antiparasitários, em medidas de educação preventiva e de saneamento básico.
As parasitoses intestinais são doenças causadas por vermes e protozoários. Representam um problema de saúde pública, apresentando alta prevalência na população pobre e em crianças devido às precárias condições de saneamento básico, habitação e educação.
A contaminação se faz de várias formas, sendo a principal a ingestão de alimentos ou água contaminada, podendo também ser por pequenos ferimentos na pele. Raramente as crianças se infestam antes dos primeiros 6 meses de vida, período em que têm pouco contato com solo ou alimentos potencialmente contaminados. A partir desta idade, a incidência de parasitoses se eleva, para cair novamente mais tarde, quando as crianças aprendem a andar e adquirem noções de higiene.
De modo geral, as pessoas contaminadas apresentam-se com quadro de dor abdominal, cólicas, náuseas, vômitos, diarréias, perda de peso, anemia, febre e sintomas respiratórios. Pode ocorrer prejuízo do desenvolvimento pôndero-estatural da criança, assim como obstrução intestinal e do trato biliar por migração dos parasitas, como no caso da ascaridíase.
Algumas parasitoses apresentam características próprias, como caso da oxiuríase, que apresenta intenso prurido anal noturno, além de provocar vulvovaginite secundária nas mulheres não-tratadas. Outras parasitoses mostram-se assintomática, não sendo necessário tratamento medicamentoso. De qualquer forma, cabe ao médico o diagnóstico para a instituição do melhor tratamento.
A apresentação dos sintomas e os exames de fezes normalmente dão a identificação do parasita. Exames de sangue podem ser necessários se houver acometimento sistêmico.
Mais importante que tratar é ensinar como evitar nova contaminação.
Medicamentos antiparasitários específicos deverão ser utilizados após a identificação do agente causador.
A maioria dos parasitas intestinais é transmitida aos seres humanos através da ingestão de ovos ou cistos presentes em alimentos contaminados ou água, ou por contaminação das mãos com fezes ou solo contaminado por resíduos fecais. Dessa forma, mais que utilizar ferramentas diagnósticas e terapêuticas, deve-se buscar continuamente a melhoria das condições sanitárias, de higiene e da qualidade de água das populações afetadas.
Fonte: www.2apoliclinica.cbmerj.rj.gov.br