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Galáxias

As galáxias são os elementos básicos do Universo, é um conjunto de estrelas emvolvidas por gás e poeira.

Atualmente o Hubble vem tirando novas fotos de galaxias jamais vistas, ajudando os cientistas a desvendar muitas dúvidas sobre a origem do universo.

As galáxias possuem diferentes formas, a nossa galáxia, a via lactea, assim como andromeda ( foto acima ) são galáxias em formas espirais, mas existem outros tipos, algumas galaxias são chamadas espirais barradas com apenas dois braços, um em cada direção.

Em uma galáxia como a nossa, podem existir mais de 200 bilhões de estrelas ou mais, vale lembrar que o numero de galáxias existentes passam dos bilhões, dai então ja se imagina o gigantesco numero de estrelas e também, de planetas existentes. o número mais pessimista possivel e planetas circulando outras estrelas, ianda faz com que o numero seja enorme, pois a quantidade e riqueza de galáxias e consequentemente estrelas no universo é enorme.

Edwin Hublle mudou o panorama sobre o universo e consequentemente, sobre as galáxias, antes de suas descobertas, acreditava-se que so existia uma galáxia, a nossa via-lactea. As imagens vistas pelos telescópios no passado que hoje se sabem que são galaxias, era para os astronomos ate o ano de 1920 um pequeno aglomerado de estrelas, mas Hublle provou que, isso eram outras galáxias e nçao aglomerados estelares, assim, a cada ano, dezenas de galáxias iam sendo descobertas e, hoje, junto com o telescópio espacial que possui seu nome, ja sabemos que o número de galáxias, que a 80 anos era de apenas 1, chega hoje a centenas de milhões!

Fonte: www.geocities.com

Galáxias

A galáxia é uma coleção de massas solares que podem conter entre 100 mil e 3.000 bilhões de estrelas.

Elas se reúnem em grupos e supergrupos e possuem várias formas.

Ninguém sabe com precisão quantas galáxias existem no Universo, mas a nossa, a Via Láctea, é apenas uma entre milhares ou talvez milhões.

A Via Láctea é uma galáxia em espiral que se estende por 100 mil anos-luz de diâmetro.

As galáxias em espiral tendem a possuir estrelas mais jovens e brilhantes, enquanto as galáxias elípticas, que são as mais comuns, contêm estrelas mais antigas.

Andrômeda é muitas vezes descrita como a nossa galáxia gêmea, porque tem mais ou menos o mesmo tamanho, a mesma forma e idade.

Fonte: www.discoverybrasil.com

Galáxias

Evolução das Galáxias

Um dos campos da astrofísica mais em voga no momento é o estudo da formação das galáxias. Os telescópios estão explorando galáxias muito antigas e simulações de computador obtêm detalhes sem precedentes.

Os pesquisadores poderão em breve fazer com as galáxias o que fizeram com as estrelas no início do século XX: obter uma explicação unificada, com base em alguns poucos processos gerais, para a enorme diversidade de corpos celestes. Nas galáxias, esses processos incluem a instabilidade gravitacional, o resfriamento radiativo, o relaxamento (pelo qual as galáxias chegam ao equilíbrio interno) e interações entre as galáxias.

Vários problemas ainda precisam ser resolvidos. Uma resposta aceitável está na possibilidade de que as estrelas, embora insignificantes diante de corpos enormes como as galáxias, tenham na realidade um efeito muito grande sobre sua estrutura.

As galáxias da Via Láctea e de Andrômeda aproximam-se uma da outra a 500 mil quilômetros por hora. Só daqui a bilhões de anos elas começarão a dançar esse tango violento.

A Via Láctea, a menor, deverá passar através de Andrômeda e o impacto liberará uma cauda de estrelas.

A cena deve corresponder à imagem, captada pelo Hubble, de um choque real entre duas galáxias conhecidas com Ratazanas. O nosso sistema solar será arremessado para a segurança do espaço. Ou destruído pela radiação das supernovas da nova galáxia.

As galáxias da Via Láctea e de Andrômeda aproximam-se uma da outra a 500 mil quilômetros por hora. Só daqui a bilhões de anos elas começarão a dançar esse tango violento.

A Via Láctea, a menor, deverá passar através de Andrômeda e o impacto liberará uma cauda de estrelas.

A cena deve corresponder à imagem, captada pelo Hubble, de um choque real entre duas galáxias conhecidas com Ratazanas. O nosso sistema solar será arremessado para a segurança do espaço. Ou destruído pela radiação das supernovas da nova galáxia.

Há menos de um século, os conhecimentos dos astrônomos estavam restritos à nossa própria galáxia, a Via Láctea, que eles acreditavam possuir cerca de 100 milhões de estrelas. Então descobriu-se que algumas manchas no céu eram elas próprias outras galáxias - conjuntos de estrelas, gás e poeira agrupados pela força da gravidade. Atualmente sabemos que a Via Láctea contém mais de 100 bilhões de estrelas e que existem cerca de 100 bilhões de galáxias no universo.

A galáxia de Andrômeda foi descoberta em 1923 pelo astrônomo Edwin Hubble, foi a primeira comprovação de que havia outras galáxias além da Via Láctea.

Uma misteriosa espécie de matéria, que não pode ser vista e é conhecida como "matéria escura", representa 90% de toda a matéria existente no universo. As galáxias não passam de manchas brilhantes em meio a um mar de matéria escura. Sem a atração adicional proporcionada pela matéria escura, não haveria gravidade suficiente para atrair a matéria em aglomerados de dimensões galáticas ou mesmo para a formação da primeira estrela.


O que existirá na vizinhança das galáxias mais longínquas do Universo?

Observações efectuadas com o telescópio VLT (Very Large Telescope) do ESO (Observatório Europeu do Sul) permitiram a um grupo internacional de Astrônomos estudar com um detalhe sem precedentes a vizinhança de uma galáxia muito distante, que se encontra a cerca de 12 mil milhões de anos-luz de distância.

A galáxia MS 1512-cB58 é a galáxia mais brilhante que se conhece a tão grande distância. Isto acontece devido a uma feliz circunstância: entre a Terra e a galáxia MS 1512-cB58 existe, a meio caminho de distância (a 7 mil milhões de anos-luz), um enxame massivo de galáxias de nome MS 1512+36. Este enxame funciona como uma lente gravitacional, ampliando a imagem da galáxia que, deste modo, parece 50 vezes mais luminosa.

Fonte: www.guia.heu.nom.br

Galáxias

Galáxias
Galáxias

Uma galáxia é um conjunto de estrelas, planetas, poeiras, gases e nebulosas. Este conjunto de corpos mantém-se juntos devido à gravidade.

Quase toda a matéria existente no Universo está nas galáxias, mas também as galáxias são principalmente espaço vazio, estando as estrelas muito distantes umas das outras.

A nossa galáxia é a Via Láctea, também conhecida por Estrada de Santiago. Tem vários biliões de estrelas, mas apesar de ter um tão grande número de estrelas, é apenas uma das centenas de biliões de galáxias. A Via Láctea gira sobre si mesma em cada 225 milhões de anos, a uma velocidade de 800 000 km/h.

As galáxias podem estar agrupadas em enxames, e estes, por sua vez, agrupados em superenxames. A nossa galáxia faz parte do enxame Grupo Local e do superenxame Virgem.

As galáxias mais perto da Via Láctea são a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães, mas a mais visível a olho nu é a Andrómeda.

As galáxias podem apresentar diversas formas: elípticas, espirais e irregulares. A Via Láctea é uma galáxia em espiral.

Fonte: web.educom.pt

Galáxias

Para onde quer que olhemos no espaço encontramos sempre galáxias. O Universo está cheio delas. Não as vemos a olho nu, tirando uma excepção ou duas, mas ao telescópio aparecem logo como pequenas manchas de fumo branco contra negro do espaço profundo. Não se sabe bem ao certo quantas existem, mas calcula-se que sejam cerca de 100 mil milhões espalhadas por todo o Universo. A Via Láctea é apenas uma no meio desta enorme vastidão.

A distribuição das galáxias ao longo de um faixa com 2500 milhões de anos-luz. Pode-se observar que as galáxias ocupam certas regiões havendo pelo meio espaços vazios. Neste mapa estão perto de 100 mil galáxias (cortesia do 2dF Redshift survey).

Mas nem todas são espirais como a nossa. Existe uma vasta galeria delas com diferentes formas, tamanhos e massas. No entanto, de uma forma simples, podem ser classificadas em galáxias elípticas, espirais e irregulares.

As elípticas são grandes aglomerados de estrelas, que tanto podem apresentar a forma de uma esfera perfeita, como a de uma elipse achatada semelhante à de um ovo. São as maiores galáxias que encontramos no Universo (embora também existam galáxias elípticas anãs com apenas um milhão de estrelas), e normalmente estão presentes no centro de enormes enxames galácticos.

Mas as espirais são talvez as mais bonitas com os seus longos braços azuis, cheios de estrelas jovens e de nuvens de gás e poeira.

Os braços rodam em torno do núcleo onde existem estrelas mais velhas, demorando centenas de milhões de anos para dar uma única volta.


Fotografia em negativo de uma galáxia espiral (NGC 6946), onde se vê bem a sua estrutura espiral (Roy Gal observatório de Monte Palomar)

O núcleo é a grande massa que atrai as estrelas dos braços e nas galáxias espirais barradas emana mesmo duas enormes barras de estrelas, que unem os braços ao centro da galáxia. Não são difíceis de observar ao telescópio embora a sua estrutura espiral só seja captada com recurso à astrofotografia. Só com um telescópio de grande diâmetro é que se consegue notar a estrutura espiral visualmente.

Um exemplo bem conhecido de uma galáxia espiral normal é a de Andrómeda ou M 31, a dois milhões de anos-luz da Terra e que se vê muito bem ao telescópio. A galáxia de Andrómeda é uma galáxia espiral semelhante à nossa do tipo Sb, que juntamente com a Via Láctea faz parte do chamado Grupo Local de galáxias, composto por cerca de 30 galáxias.

Temos, por fim, as galáxias irregulares sem estrutura ou núcleos óbvios definidos. São classificadas em Tipo I e II, consoante mostrem ou não vestígios de braços espirais que foram perturbados de algum modo, por exemplo, durante uma colisão de galáxias. O nosso grupo local tem, por exemplo, várias galáxias irregulares (cerca de oito), que não apresentam nenhuma forma definida. As galáxias irregulares dividem-se em galáxias irregulares do tipo I (Irr I) caracterizadas por terem estrelas jovens em associações do tipo OB e galáxias irregulares do tipo II (Irr II) com formas assimétricas e distorcidas provavelmente causadas por colisões com outras galáxias. Um exemplo conhecido de galáxias irregulares do tipo Irr I são as Nuvens de Magalhães, duas galáxias irregulares vizinhas da Via Láctea e que só são visíveis nos céus do Hemisfério Sul.

Em movimento constante pelo Universo devido à expansão cósmica, as galáxias têm tendência a formarem grandes enxames galácticos, devido à acção da gravidade que as atrai. É, por isso, que nós fazemos parte de um enxame de galáxias, dominado pela Via Láctea e pela galáxia de Andrómeda, que são as maiores do nosso enxame local. Mas o Universo está cheio de enxames de galáxias. Na direcção da constelação de Virgem, por exemplo, a 52 milhões de anos-luz da Via Láctea, encontramos um vasto aglomerado de galáxias, conhecido pelo enxame da Virgem. Só este enxame possui para cima de 2 mil galáxias, das quais 30 por cento são elípticas. Existem ainda outros grandes enxames como o da Coma na Cabeleira de Berenice (com cerca de 10 mil galáxias). Este enxame está situado a 300 milhões de anos-luz de nós e as imagens que temos dele mostram cerca de 1000 galáxias, grande parte delas elípticas. No centro do enxame encontramos mesmo uma elíptica gigante conhecida como NGC 4874 que tem 2 milhões de anos-luz de diâmetro. É uma das maiores galáxias que se conhecem no Universo. Calcula-se que este enxame tenha muitas elípticas anãs invisíveis nas fotografias, daí que as estimativas apontem para 10 mil galáxias, embora só 1/10 deste valor seja visível. E entre as mais brilhantes 80% são elípticas.


Fotografia em negativo do enxame da Virgem a 50 milhões anos-luz de nós. É um grande enxame de galáxias que puxa o nosso Grupo Local (cortesia The National Optical Astronomy Observatory).

Fonte: www.observatorio.ufmg.br

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