País do sudeste da África, o Zimbábue não tem acesso ao mar. Suas principais atrações turísticas são as reservas de animais selvagens, que cobrem 13% do território, e as cataratas de Vitória (Victoria Falls), chamadas de "Fumaça que troveja" pelos nativos. Ex-colônia britânica, sob o nome de Rodésia do Sul, é uma das mais desenvolvidas nações africanas. Possui reservas de ouro, níquel, cobre, prata, ferro e esmeralda, minerais exportados em grandes quantidades. Cerca de 80% da força de trabalho vive da agricultura de subsistência, em especial nas plantações de milho, alimento básico dos habitantes.
Os grupos étnicos majoritários são os chonas e os nedebeles. Os brancos representam 2% da população, mas concentram grande parte da riqueza nacional. A disseminação da Aids no Zimbábue é alarmante - o país registra 9.129 novos casos da doença em 1996, um dos maiores índices do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A antiga cidade de Zimbábue é a sede de uma desenvolvida civilização que floresce entre os séculos IX e XIII. Portugueses traficantes de escravos penetram na região no século XVI. Tentam ocupá-la para unir os territórios lusitanos de Moçambique (vizinho de Zimbábue) e Angola, na costa atlântica. Exploradores britânicos frustram o plano de Portugal. No século XIX, Cecil Rhodes obtém concessão para a exploração mineral do território.
Tropas do Reino Unido vencem a resistência das tribos nativas mashona e matabele e, em 1888, estabelecem um protetorado. A Rodésia é entregue à administração da Companhia Britânica da África do Sul, fundada por Rhodes, que a controla até 1923, quando passa à tutela direta das autoridades britânicas. A região é dividida em Rodésia do Norte (atual Zâmbia) e Rodésia do Sul (depois Rodésia, hoje Zimbábue). Colonos brancos instalam-se na Rodésia do Sul, onde formam um governo autônomo que exclui a população negra.
Em 1953, as duas Rodésias e a colônia de Niassalândia (atual Malauí) formam uma federação sob tutela britânica. Em 1961, a Rodésia do Sul adota uma Constituição que garante o domínio dos brancos, em termos semelhantes aos do Apartheid sul-africano. A federação é dissolvida em 1963. O Reino Unido concede independência a Zâmbia e Malauí em 1964, mas recusa-se a dá-la à Rodésia do Sul. O conflito favorece a ascensão da Frente Rodesiana, partido racista branco. Seu líder, Ian Smith, torna-se primeiro-ministro e proclama a independência da Rodésia em 1965. A iniciativa não é aceita pelo Reino Unido.
A ONU condena o governo racista de Smith e lhe impõe sanções econômicas em 1968. O regime rodesiano recebe o apoio da África do Sul e de Moçambique, na época sob domínio português. Nos anos 70, movimentos guerrilheiros aumentam a pressão sobre o governo. Apesar disso, a Rodésia alcança um dos mais elevados padrões de vida do continente. Em 1978 é assinado o Acordo de Lancaster House. Ele marca o início da transição para um governo democrático, com direito a voto para todos os habitantes. Também garante aos brancos o direito de propriedade e de cidadania. Mas é rejeitado pela Frente Patriótica (PF), organização guerrilheira que une a União Nacional Africana do Zimbábue (Zanu), de Robert Mugabe, e a União Africana do Povo do Zimbábue (Zapu), de Joshua Nkomo.
Eleições são realizadas em abril de 1979, com a vitória do Congresso Nacional da África Unida, do bispo Abel Muzorewa. Ele se torna primeiro-ministro do "Zimbábue-Rodésia", nome adotado pelo país. Mas o resultado é contestado pela PF. Em dezembro, o Parlamento se dissolve. Muzorewa renuncia e o país volta ao domínio britânico. É estabelecido um período de transição para a independência, com base numa Constituição democrática. A PF endossa o Acordo de Lancaster House.
As eleições efetuam-se em fevereiro de 1980, dando maioria à Zanu, de Mugabe, que se torna primeiro-ministro. A independência é proclamada em abril e o país é admitido na ONU. Nkomo passa para a oposição. Guerrilheiros ligados a seu partido atacam o governo, com o apoio da África do Sul. As eleições de 1985 ampliam a maioria da Zanu no Parlamento. Em 1987, a Constituição é emendada, eliminando as vagas reservadas aos brancos no Parlamento. Mugabe assume a Presidência e amplia seu poder - acumula os cargos de presidente e primeiro-ministro. Em 1989, Mugabe e Nkomo fundem a Zanu e a Zapu num mesmo partido, a Zanu-PF, que adquire o controle político do Zimbábue.
A oposição rearticula-se em 1990, quando o Movimento pela Unidade do Zimbábue (ZUM), formado por dissidentes da Zanu, estabelece uma coligação com a Aliança Conservadora, do ex-primeiro-ministro Ian Smith, com apoio da elite branca. Mugabe é reeleito e a Zanu-PF mantém maioria parlamentar. Em 1991, Mugabe adota o plano de ajuste exigido pelo FMI, com privatização de estatais, liberalização de preços e estímulo a investimentos estrangeiros.
A aplicação do plano provoca protestos em 1992. No mesmo ano, o Parlamento aprova a Lei de Reforma Agrária, pela qual o governo pode desapropriar terras de fazendeiros brancos e redistribuí-las aos agricultores negros. Denúncias de que membros do governo haviam adquirido terras destinadas à reforma agrária levam à suspensão temporária do plano em 1994. Nas eleições de 1995, a coligação Zanu-PF obtém 118 das 120 cadeiras do Parlamento em disputa e, no ano seguinte, Mugabe é reeleito para presidente. A situação econômica se agrava: a dívida pública supera o valor do PIB e a inflação chega a 22% ao ano. Em junho de 1997, a capital, Harare, recebe uma cúpula de chefes de Estado que cria a Comunidade Econômica Africana, área de livre comércio abrangendo grande parte do continente. Em julho, o Zimbábue, com a Namíbia e Botsuana, consegue derrubar parcialmente a proibição do comércio de marfim na África, em vigor desde 1990 para evitar a extinção dos elefantes. Mugabe decide acelerar o programa de reforma agrária em outubro de 1997 e condiciona a indenização aos fazendeiros brancos à ajuda financeira do Reino Unido.
O governo publica em novembro uma lista de 1.503 propriedades a ser "imediatamente" desapropriadas, provocando protestos. Mas volta atrás, em março de 1998, sob pressão do FMI, que ameaça cortar o empréstimo de US$ 174 milhões ao país. Uma nova proposta, de desapropriar 118 fazendas improdutivas ressarcindo os proprietários brancos, é anunciada em setembro.Protestos contra o governo - Milhares de pessoas protestam em janeiro de 1998 contra o aumento de 21% no preço do milho, posteriormente revogado. Segundo estimativas, o custo de vida aumentou 140% de outubro de 1997 a janeiro de 1998. Nove pessoas morrem e cerca de 800 são presas na violenta repressão do Exército às manifestações, as mais graves desde a independência.
Nome oficial: República do Zimbábue (Republic
of Zimbabwe)
Capital: Harare
Nacionalidade: zimbabuana
Idioma: inglês (oficial), línguas regionais
(principais: chichona e sindebele)
Religião: cristianismo 42,8% (protestantes 17,5%,
adeptos de religiões cristãs africanas 13,6%, católicos
11,7%), animismo 40,4%, outras 16,8% (1980)
Moeda: dólar zimbabuano
Cotação para 1 US$: 17,62 (jul./1998)
Localização: sudeste da África
Características: região de planaltos ondulados
que separam as bacias dos rios Zambeze (N) e as do Limpopo e Save (S); lago
Kariba (NO)
Clima: tropical
Área: 390.759 km²
População: 11,9 milhões (1998)
Composição étnica: chonas 71%, nedebeles
16%, ingleses 1%, outros 12% (1996)
Cidades principais: Harare (1.184.169), Bulawayo (620.936),
Chintung-wiza (274.035), Mutare (131.801), Gweru (124.735) (1992)
Patrimônios da Humanidade: Parques Nacionais Mosi-oa-Tunya/Victoria
Falls; Mana Pools; Reservas de Caça Sapi e Chewore; Monumentos Nacionais
do Grande Zimbábue e das Ruínas de Khami
República presidencialista.
Divisão administrativa: 10 províncias.
Chefe de Estado e de governo: presidente Robert Gabriel Mugabe
(Zanu-PF) (desde 1987, reeleito em 1990 e 1996).
Principais partidos: coalizão União Nacional
Africana do Zimbábue - Frente Patriótica (Zanu-PF); Movimento
pela Unidade de Zimbábue (ZUM).
Legislativo: unicameral - Casa da Assembléia, com
150 membros (120 eleitos por voto direto, 12 nomeados pelo presidente, 10
chefes tradicionais e 8 governadores) com mandato de 6 anos.
Constituição em vigor: 1980.
Agricultura: tabaco (215,4 mil t), milho (2,2 milhões
de t), pluma de algodão (100 mil t), café (10,4 mil t), cana-de-açúcar
(4,6 milhões de t)(1997)
Pecuária: eqüinos (130 mil), bovinos (5,4 milhões),
ovinos (530 mil), suínos (270 mil), caprinos (2,7 milhões),
aves (15,5 milhões) (1997)
Pesca: 21,8 mil t (1995)
Mineração: ouro (24,7 t), níquel (11,6
mil t) (1996)
Indústria: alimentícia, siderúrgica
(aço, ferrocromo), química, têxtil
Parceiros comerciais: África do Sul, Reino Unido,
Alemanha, Japão, EUA
Fonte: www.mulheresnegras.org
ZIMBABUÊ, PAÍS DE CASCATAS E IMPÉRIOS PERDIDOS
Quando Livingstone descobriu as Cascatas Vitória para os europeus, desconhecia que desde séculos os africanos chamavam-as "Fumaça do Trovão", pelo vapor e o ruido da água do rio Zambeze caindo desde 106 metros de altitude. Esta estação maravilhosa encontra-se em Zimbabuê, um dos países africanos mais belos do continente.
Zimbabuê conta em suas paisagens naturais com muitas cachoeiras, rodeadas por uma natureza difícil de esquecer, bosques, savana arbórea, selva tropical, rios, lagos e áridas montanhas. Aliás, neste país pode-se admirar restos de civilizações de desconhecida procedência nas ruinas de Khami e Dhlo-Dhlo e outros vestígios de civilizações perdidas no tempo, como o poderoso Império Monomopata, que pela sua riqueza chegou a confundir-se com as famosas Minas do Rei Salomão.
Belezas naturais e místicas culturas fazem de Zimbabuê um país que deve-se conhecer.
Situado em África meridional, Zimbabuê, conta com uma extensão de 390.580 quilômetros quadrados delimitados ao norte pela Zâmbia, ao nordeste e leste por Moçambique, ao leste pela Botsuana e ao sul pela República da África do Sul.
O território é montanhoso, sobretudo o leste com uma cordilheira a percorre-lo de norte a sul. Suas altitudes máximas são o Monte Dombo com 2.008 metros e o Inyanga com 2.592 metros de altitude. O resto do país está composto por vários planaltos cuja altitude varia desde os 2.300 metros ao norte até os 200 metros no sul.
Sua rede fluvial está composta pelos rios Zambeze, Limpopo, Sabi, Lundi, Nuanetsi, Bembezi e Angwa. Os lagos mais importantes são o Kariba e o Kyle.
Zimbabuê oferece diferentes tipos de vegetação dependendo da zona. Nos arredores dos rios e lagos abunda a selva tropical úmida, enquanto que nos planaltos centrais pode-se desfrutar da savana arbórea-herbácea (com grande quantidade de fauna), para passar às paisagens mais áridas nas regiões montanhosas do leste do país.
A fauna está repartida em vários parques e reservas naturais onde contempla-se espécies tipicamente africanas como leões, elefantes, zebras, girafas, búfalos, rinocerontes, hipopótamos, antílopes, crocodilos, etc. Destaca-se sobretudo as cebelinas, uma espécie estranha de antílope difícil de se encontrar em outros lugares, assim como também os impressionantes rinocerontes brancos, espetaculares.
Os bantus criam no século XV o Império Monomotapa neste território, atingindo uma grande importância. Em 1607 o monarca do império concede aos portugueses a exploração do subsolo da zona, provocando a decadência desta civilização que tornará a ressurgir em 1725 graças ao ouro, chamando-se o grande Zimbabuê. Porém, tonará a apagar-se nos anos seguintes devido às constantes migrações da população.
O grande Zimbabuê será finalmente submetido violentamente pelos ingleses para passar em 1911 a ser colônia da coroa britânica. A riqueza desta terra chamou numerosos europeus conseguindo que a população branca dominara o país. Em 1953 o Reino Unido, com medo da maioria preta, cria a Federação da África Central composta pelas duas antigas Rodésias, norte e sul, e Nyassalândia (atual Malaui). Em 1964 Reino Unido concede a independência a Rodésia do Norte, mas nega à Rodésia do Sul por não ter garantido um sistema de governo democrático. Um ano depois o primeiro ministro Ian Smith declara a independência da Rodésia do Sul, promulga uma nova Constituição e adota-se o nome de Rodésia.
Em 1969 o povo vota em referéndum à favor da república como forma de governo com uma nova constituição. No ano seguinte se declara República, mas não é renconhecida pelo Reino Unido nem pela ONU (Organização de Nações Unidas). Em 1978 começam os conflitos no país e, após um ano, a população preta consegue votar pela primeira vez em umas eleições, resultando eleito primeiro ministro o bispo Abel Mozorewa, que batiça o país com o nome de Zimbabuwe Rodésia e combina aceitar um governador britânico e convocar eleições para o ano seguinte.
Em 1980 o país consegue sua independência sob o nome República de Zimbabuê e as eleições são ganhas pela UniãoNacional Africana de Zimbabwe, o UNAZ. Em 12 de agosto de 1984 o UNAZ pretende instaurar um regime marxista-leninista de um único partido e dois anos depois Mugabe anuncia medidas para acabar com os escanhos ocupados pelos brancos na Assembléia. Em 2 de dezembro de 1987 Robert Mugabe é nomeado Primeiro Presidente executivo do país e será reeleito em março de 1990. Em 1991 a UNAZ abandona suas idéias marxistas-leninistas e um ano depois promove uma reforma agrária que permite o governo trabalhar as grandes propriedades dos brancos.
Robert Mugabe se mantém no poder, eleito uma vez mais no ano de 1996.
A arte em Zimbabuê conta com numerosas jóias artísticas de interesse. Há um amplo ramalhete de mostras tanto arquitetônicas como pictóricas, escultóricas e de arte tradicional.
Na arquitetura destacam dois tipos de conjuntos arquitetônicos claramente diferençados: por um lado, as construções do antigo Reino de Monomotapa, onde destaca o templo de forma elíptica decorado com motivos fálicos e aneis irregulares e a Acrópole, fortaleza que guardava o templo; e por outro, restos de construções antigas de diferentes etnias como as ruinas de Khami e Dhlo Dhlo e a arte parietal dos bosquimanos, que não mais habitam o país, e pode-se admirar nos chamados Matopos.
Como mostras pictóricas destacam-se as que podem ser contempladas na Galeria Nacional de Harare, a capital do país.
As estatuetas e máscaras realizadas em madeiras nobres pelos Shona e Matabelés resultam muito atrativas, como também os reposa-cabeças belamente decorados pelos Shona.
Outros exemplos culturais fascinantes são as narrações que passam de pais para filhos, de geração em geração, contando os fatos principais das etnias. Destacam também as danças e rítmos tradicionais, que são espetaculares.
Zimbabuê conta com numerosos locais de interesse. Ao norte e leste encontram-se três das estações naturais mais formosas do país: o Parque Nacional Zambeze, as Cascatas Vitória e o Parque Nacional de Wenke. As.cidades mais importantes estão no centro-oeste como Umtali e Harare, a capital do país; no centro-sul destaca Bulawayo.
Começaremos o percurso pelo Norte do país e visitaremos a Capital e os arredores, além do Lago Kariba. Depois percorreremos o Leste de Zimbabuê, onde estão as Cascatas Vitória, e seguidamente o Oeste, com o Parque Nacional Hwange, para terminar pela Região Sul.
Harare, a capital do país, é uma cidade moderna do estilo colonial inglês com avenidas cheias de árvores e casas com jardins. A cidade foi fundada há pouco mais de um século. Possui um centro comercial e financeiro muito animado e em volta discorrem os bairros mais tranquilos onde reside a maioria das pessoas.
Entre as visitas culturais que oferece a capital vale a pena ir no Museu Nacional Rainha Vitória, situado em Civic Centre em Rottem Roade, aberto todos os dias; dispõe de amplas mostras da história do país. Muito perto está a Biblioteca Municipal.
A Galeria Nacional de Zimbabuê possui uma excelente coleção de arte plástica africana e europeia, além de uma loja onde pode-se adquirir objetos de artesanato de grande qualidade. Se quer ver exposições itinerantes de arte deve ir na Galeria Delta, número 110 da Avenida Livingstone.
O Parlamento está situado no que foi um hotel, na rua Terceira, entre Baker e a Avenida União. Há uma visita guiada para quem quiser conhecer a distribução política do país. Outro edifício de interesse é o que acolhe a Prefeitura, situado muito perto do Escritório Central de Correios. Dispõe de preciosos jardins com um relógio floral com um pássaro estampado, símbolo do país.
A Catedral Anglicana é um dos edifícios mais famosos da capital, destaca-se sobretudo pela torre cinzenta. Uma vez ali pode-se admirar os jardins da Praça da Unidade da África com bonitas fontes, todo muito bem cuidado. Das zonas verdes da cidade destaca sobretudo o parque Jardins Harare.
Para fazer compras nada melhor que o barulhento Mercado onde pode-se encontrar todo tipo de artigos, especialmente artesanato.
Al norte da cidade, na rua Quinta, encontra-se o jardim Botânico, uma reserva com muitas espécies nativas. A Universidade de Zimbabuê também fica ao norte da capital, no bairro de Mount Pleasant. Mas se interessa é conhecer a fundo a história do país deve ir aos Arquivos Nacionais, em Borrowdale, depois de percorrer 5 quilômetros tomando a direção noroeste desde a cidade. A entrada é grátis e permanecem abertos diariamente.
Nas redondezas da cidade destaca-se o Kopje, onde pode-se obter uma ampla vista da capital e arredores. Ali encontra-se a chama da independência, que foi acesa em 1980 para comemorar o nascimento da atual Zimbabuê.
Outros atrativos dos arredores são Chapungo Kraal, uma das excursões mais turísticas. Chapungu é um grande parque de esculturas onde pode-se admirar a obra de numerosos artistas, alguns deles realizam seus trabalhos frente ao público.
Heroes' Acre, encontra-se a 10 quilômetros ao oeste de Harare e é o monumento nacional do país. Não deve perder as exóticas plantações de tabacoou o Jardim Botânico Ewanrigg, à 40 quilômetros da cidade, onde poderá encontrar curiosas espécies do mundo todo (destacam-se sobretudo os cactus).
O atrativo Jardim Ornitológico Larvom oferece por sua parte a possibilidade de ver numerosos pássaros. Muito perto também pode-se visitar o Parque dos Leões.
À 30 quilômetros da capital está o Domboshawa, onde podem-se ver grotas com pinturas rupestres e Ngomakurira, a "Montanha dos Tambores", chamada assim pela aqústica natural.
Em Manyame River pode-se ir no Parque de Atrações Lago Chivero, um lugar perfeito para acampar. E por último, as Piscinas dos Hipopotamos, situadas na ribeira do Mazowe, onde pode-se contemplar estes simpáticos animais em seu hábitat natural.
Para os amantes das bestas selvagems há umas quantas reservas destes animais que podem ser visitadas, algumas inclusive à cavalo. As mais próximas são as do Parque Ballantyne, onde tem antílopes, Parque Blair e Mukuvisi Woodlands, a só 5 quilômetros da capital direção sul. Ali poderá ver elefantes, nhus, zebras ou impalas. Preferendo aves, deve ir para o Airport Game Park, muito perto do aeroporto. Para ver cobras nada melhor que o Parque de Cobras (Snake Park)
Desde a capital tomamos a estrada que leva a Kariba e a 8 quilômetros encontramos a localidade de Chinhojei. O mais relevante é o Parque Nacional onde encontram-se umas interessantes grotas, as Grotas Chinhojei, com uma piscina de águas cristalinas no interior.
Encontra-se quase na fronteira com Zâmbia, com quem partilha o lago do mesmo nome. Desde as colinas aprecia-se as melhores vistas da cidade e do lago. Porém, terá que descer para dar uma volta pelas ruas da cidade para fazer alguma compra ou visitar a Igreja de Santa Bárbara, a presa e o Monumento Operação Noah.
O Lago Kariba é o segundo maior lago artificial do continente africano. É mundialmente conhecido pelos amantes da pesca. Pode-se percorrer de canoa e resultam surpreendentes as vistas por estar rodeado de montanhas e espalhado de pequenas ilhas, além de uma rica vegetação submarina. Não deixará de fazer fotografias. Pode-se visitar a Granja de Crocodrilos e o Parque Nacional Matusadona, a só 30 quilômetros do lago. Possui uma espetacular garganta, além de uma fauna rica em mamíferos e aves. Seu lago está cheio de vegetação, tanta que às vezes dificulta a navegação.
Desde Kariba o viajante pode seguir para o norte até este parque, um dos mais visitados do país. O centro administrativo do parque encontra-se em Marongora. Durante a estação seca milhares de aves vem dar cor a este precioso espaço natural onde abundam os búfalos, antílopes, kudus, zebras, elefantes e uma espécie em extinção, o rinoceronte preto. O parque está aberto de maio a outubro. Pode-se fazer safaris de canoa. Na área encontra-se o vale Zambeze, uma das zonas menos exploradas do continente.
Se tomarmos direção nordeste, desde Harare, no caminho a Nyamapanda, chega-se à pequena vila de Mutoko. Fica a 150 quilômetros da capital. É uma rota que deve conhecer se pretende cruzar para Moçambique.
Apesar de seu pequeno tamanho, Mutare é a quarta cidade em importância do país. Conta com pequenas igrejas espalhadas pelo centro. É imprescindível visitar o Museu da Cidade se quer conhecer mais sobre a história da zona, os Jardins de Aloe, com numerosas espécies de plantas locais, algumas pré-históricas, e a Casa Utopia, convertida em museu por ser a morada do poeta Kingsley Fairbridge. Um passeio pelas Colinas Murahwa, permite ver algumas pinturas pré-históricas nas rochas e ruinas de um povo da Idade do Ferro. Por último não perca a excursão à Reserva Natural Cecil Kop para ver elefantes, cebras, kudus e macacos entre outros curiosos animais, e a Reserva das Gazelas Thompson.
A viagem a Mutare permite também ir nas Montanhas Nyanga com o cume mais alto do país. Ali encontra-se o Parque Nacional Rhodes Nyanga. Leva o nome de Cecil Rhodes, que viveu na zona e abriga um museu com a história deste pioneiro e colonizador. Diz-se que esta é a reserva florestal do país. Abundam os pinhos e os eucaliptos. Destacam também as Cascatas Mtarazi, com uma espetacular queda, rodeadas pelo parque natural do mesmo nome e diferentes restos arqueológicos de antigas civilizações, repartidos por toda a zona. A área conta com formosos rios e lagos. A localidade mais próxima ao parque para pernoitar é Nyanga. Todo o vale se contempla desde o mirante Hode View.
Umtali é a terceira cidade em importância do país e um claro contraste com as outras duas cidades, Umtali goza de atrativas zonas cheias de flores de diferentes cores e numerosas árvores exóticas, em uma bonita cidade afastada da modernidade.
Merecem uma visita os Montes Vumba com suas cascatas, igarapés e bosques a formarem uma Reserva Botânica Nacional e o Parque Nacional Chimanimani com paragens muito belas como as Cascatas Bailey, o Río Handange, as Grotas Banana, o Paso Skeleton, o Vale Wizard, o Monte Binga com 2.437 metros de altitude e os Lagos do Sul.
O Parque Nacional Chimanimani encontra-se ao sul de Mutare, mesmo na fronteira com Moçambique. É o lugar ideal para os amantes da montanha, pois conta com um maciço rochoso digno de se explorar. Uma das excursões mais solicitadas é a que vai até o cume e passa pela Rota Bailey. Uma vez no fim do caminho pode-se admirar toda a beleza do vale, rodeado de colinas e um pequeno rio a suga-lo. A passagem Skeletom leva a Moçambique.
As Cascatas Vitória são simplesmente impressionantes. Descobertas para os europeus pelo famoso Doutor Livingstone em 1885, as águas do Zambeze caem desde uma altitude de 107 metros, oferecendo um fantástico espetáculo pelo estrondo e fumaça de vapor a formar numerosos arco-íris que contribuem fazendo ainda mais alucinante a vista do lugar. Uma visita ao Museu Etnológico permitirá conhecer melhor o Doutor Livingstone e também a história da zona.
Resultam impactantes as Cascatas do Diabo e do Arco Íris, não a toa é a maior massa de água precipitada do mundo. Na do Diabo encontra-se um monumento a Livingstone e há uma pequena ilha que leva seu nome. Desde o Danger Point se apreciam as melhores vistas da Cascata do Arco Iris. Outro dos espetáculos visuais é o canyon que se abre após delas.
Para visitar as Cascatas Vitória há que dirigir-se ao Parque Nacional Wankie, onde podem-se admirar, também, espécies animais típicas africanas como elefantes, hipopotamos, crocodrilos, zebras, girafas, hienas, entre outras muitas espécies, embora a mais destacada é a cebelina, antílope difícil de encontrar em outros lugares. As cachoeiras pode-se visitar, também, durante a noite para ver um espetáculo único, o "arco-íris da lua", cuja luz mistura-se com o vapor criando um halo luminoso inacreditavelmente belo. Estas cachoeiras também pode-se ver da Zâmbia, sobrevoando-as em avião pequeno, ultra-leve ou em safari aéreo, ou percorre-las de canoa.
Na área das cachoeiras terá a oportunidade de praticar todo tipo de esportes, rafting, e inclusive puenting, tendo como cenário um dos lugares mais belos da terra (não é à toa que são uma das sete maravilhas do mundo). Vale a pena dar uma volta pelo Santuário Natural de Zambeze e a Reserva de Crocodilos, onde poderá observar curiosos animais. Ao longo do rio Zambeze há alguns pontos de interesse como o Big Tree, um enorme baobab. Percorrer a ribeira deste rio até o Parque Nacional que leva seu nome pode ser outro passeio encantador.
Outro dos pontos a ser levado em conta no oeste de Zimbabuê é o Parque Nacional Hwange, o maior do país. Está situado à altura das fronteiras com Namíbia e Botsuana. No parque abundam sobretudo os elefantes, Diz-se que aqui encontra-se a maior concentração destes animais no continente, mas também podem-se ver pássaros, rinocerontes, antílopes, eland, kudus ou zebras (contam-se perto de 400 espécies diferentes). Também se escuta durante a noite os urros dos leões, leopardos e hienas entre outros carnívoros.
O safari a pé contemplando todas as belezas do parque é uma aventura única. A poucos quilômetros do Campo Principal (Maim Camp) há um lugar que vale a pena conhecer, Nyamandhlovu Pan. Outra interessante excursão leva a Sedina Pan.
É um dos lugares menos explorados e mais remotos do país. Está situado sob as ladeiras das montanhas do Lago Kariba, em sua parte leste. Pode-se ver antílopes a correr pelo parque.
Bulawayo é a segunda cidade do país e o centro econômico e comercial de maior importância do Zimbabuê e a capital do país Matabelé.
Bulawayo significa lugar da matança pois nesta cidade foi onde os britânicos consegueram impoer-se finalmente à população nativa depois de numerosos derramamentos de sangue pelas duas partes.
Convém visitar na cidade o Museu de História Natural, onde pode-se conhecer a história e animais do país. Muito perto está o Parque do Centenário, com uns bonitos jardins; o Museu do Trem; o Museu Nacional com uma interessante mostra das antigas civilizações que habitaram o país; a Galeria de Arte Bulawayo; o Centro de Arte Mizilikazi; as Piscinas Municipais e as Indústrias Bulawayo.
Resulta muito interessante a Reserva Tshabalala, perto da cidade. Para chegar lá deve tomar a estrada que conduz a Matopos. É um lugar ideal para fazer excursões observando a vida selvagem e as aves a habitá-la. Outro lugar que não deve perder são as Ruinas Khami e Dhlo-Dhlo com seus enormes blocos de granito e as figuras de marfim construidas por civilizações remotas.
Na Reserva de Chipangali poderá ver rinocerontes pretos, leões e guepardos. Enquanto em Hillside Dam há diferentes aves. Outra reserva, na direção às Cascatas Vitória, é a de Mguza.
Ao sul de Bulawayo a 30 quilômetros está o Parque Nacional Rhodes Matopos e os mágicos Montes Matopos, onde encontra-se o Túmulo de Rhodes próximo aos de outros personagens famosos. Também nestes montes podem-se admirar os gravados e pinturas realizadas nas paredes pelos bosquimanos, dando a estas colinas a qualidade de sagradas para esta etnia.
É outra das cidades importantes do sul de Zimbabuê. Trata-se do antigo Fort Vitória e está considerada como a cidade com maior antigüidade do Zimbabuê atual. Destacam o Templo elíptico com altos muros de pedra sem nenhum tipo de massa e decorado com motivos fálicos e anéis irregulares; e a Acrópole, criada como fortaleza para guardar o templo, onde encontraram-se restos de várias fundições de ouro.
Nos arredores de Masvingo destaca o Lago Kyle e a Reserva Natural do mesmo nome, onde mora o misterioso rinoceronte branco de propriedades mágicas para alguns grupos étnicos e difíceis de encontrar em outras zonas.
Situadas nas aproximidades de Masvingo, estas ruinas formam um impressionante conjunto arquitetônico construido em 1725 coincidindo com a época de máximo esplendor do grande Zimbabuê. O grande Monumento Nacional de Zimbabuê é um dos lugares arqueológicos mais importantes da África. No Lago Mutirikwe pode-se praticar numerosos esportes náuticos.
Zimbabuê conta com uma deliciosa gastronomia com pratos de preparação simples mas não por isso menos saborosos graças à imexorável qualidade dos ingredientes utilizados.
A carne, elemento indispensável na dieta da população de Zimbabuê, de vaca, ovelha, frango cabra ou porco, serve-se em guisados com verduras e cereaisou simplesmente grelhada ou frita. O peixe é o outro prato essencial na gastronomia deste país. As peças de água doce de rios e lagos se servem normalmente grelhadas, embora também pode-se encontrar em molho ou acompanhado de verduras, arroz ou milho.
Como sobremesa pode-se comer frutas frescas como pêssego, maçãs, peras, deliciosos figos ou doces preparados com frutas que põem o ponto final a uma comida simples, mas deliciosa.
Em Zimbabuê encontrará as principais bebidas internacionais e outras de carácter local. Aconselhamos beber água só se for engarrafada.
Os mercados de Zimbabuê estão cheios de artigos artesanais e produtos naturais de excelente qualidade e preços económicos, além de oferecer uma oportunidade para observar à população em seu entorno e poder conversar e misturar-se com eles.
O subsolo de Zimbabuê é muito rico em metais e minerais, por isso as jóias de oro e prata são numerosas e seus preços moderados. Os desenhos resultam muito atrativos. Também pode-se encontrar esmeraldas, tanto encrustadas em jóias, como soltas, seus preços variam dependendo da pureza e talhado das gemas.
As madeiras nobres, em especial a caoba, são utilizadas para os trabalhos artesanais das diferentes etnias. Podem-se encontrar máscaras, estatuinhas, móveis, caixas e arcões, sendo especialmente atrativos os apoia-cabeças decorados, assim como outros objetos de uso diário também com desenhos decorativos muito originais. Além disso pode-se encontrar cerâmica, cestaria e tecidos de brilhantes cores em sisal e cánhamo. Os sapatos são de boa qualidadee e seus preços reduzidos.
Os mercados de especiarias e comida oferecem todo um mundo de sensações e aromas que acordam os sentidos
A mistura das culturas e raças tem conseguido desenvolver-se em Zimbabuê na mais perfeita harmonia desde a independência. As diferenças são respeitadas como em nenhum outro país da África.
A população de Zimbabuê encontra-se claramente diferenciada em dois grupos: os brancos, que habitam as regiões altas orientais e as cidades, e os grupos étnicos pretos. Estes últimos pertencem a duas etnias principais ( ainda que existam outros grupos bantus espalhados por todo o país): os Shona, estabelecidos no nordeste e o leste do território, e os Ndevele, que vivem no centro, na zona sul, no oeste e, sobre todo, na cidade de Bulawayo.
Os Shona são um povo de origem milenar, que contava já com uma civilização bastante avançada antes da chegada dos europeus. Dedicavam-se à fundição do ferro, ouro e cobre, e foram eles que deram nome a uma escola de escultura que goza de grande reputação no mundo. Sua habilidade no talhado de madeira é muito apreciada. A maioria dedica-se à agricultura e a criação de gado. Os Shona vivem em kraals, aldeias espalhadas pelo território, cujas construções caraterísticas são cabanas agrupadas em círculo com corral no centro. A organização política é muito parecida à dos bantús, com vários estados pequenos, regidos por um chefe representando a um deus.
Os Ndevele, conhecidos pelas habilidades militares na época pré-colonial, falam a língua nguni. Habitam no sudoeste e na cidade de Bulawayo. Nesta etnia se incluim também os zulúes emigrados a Natal a princípios do século XIX. No século passado os ndevele fundaram seu próprio estado no território shona. São sedentários em geral, embora dedicam-se ao pastoreio.
A esperança de vida destes povos ronda os 60 anos e a alfabetização dos adultos atinge o 70% da população, um índice dos mais elevados do continente africano, e a mortalidade infantil é também baixa.
Zimbabuê oferece uma grande variedade de entretenimentos, sobretudo para os amantes da natureza.
Os rios do país são excelentes para praticar piraguismo, raffting em descidas de vertigem ou simplesmente dar um passeio de bote nos lagos rodeados de estações naturais de grande beleza onde pesca-se peixes de água doce.
Nos Parques Nacionais pode-se contemplar uma grande variedade de animais como elefantes, hipopótamos, búfalos, leões, panteiras, crocodilos e antílopes de diversas espécies, entre as que destacam as cebelinas difíceis de encontrar em outras regiões africanas; também pode-se admirar rinocerontes brancos, oribis e nyalas. Zimbabuê é um verdadeiro paraíso ornitológico com numerosas espécies de aves.
Nas montanhas do país pode-se praticar trekking, escalada ou senderismo no meio de uma natureza absolutamente virgem. Também pode-se visitar restos arqueológicos de grande beleza como os restos do Império Monomotapa ou as ruinas de Khami e Dhlo Dhlo.
Não menos atrativos resultam os espetáculos étnicos onde admirar as complicadas danças tradicionais acompanhadas pela música rítmica, fazendo os bailarinos adquirirem uma especial concentração.
Nas cidades pode-se degustar uma boa comida, visitar seus museus ou desfrutar com a coleção de pintura da Galeria Nacional de Harare, a capital de Zimbabuê.
A festividade nacional de Zimbabuê é o 18 de Abril, Dia da Independência, quando as pessoas saem às ruas para desfrutar com os desfiles e os diferentes eventos, oferecendo uma excelente oportunidade para se conhecer a população e misturar-se com ela.
Também são festas oficiais as diferentes festividades cristãs: O 1 de Janeiro, Ano Novo, a Semana Santa, e 25 de Dezembro, Natal. Os diferentes grupos étnicos têm suas próprias festividades cheias de exotismo com danças tradicionais acompanhadas de músicas rítmicas que fazem os bailarinos atingirem estados de ánimo muito especiais.
O 25 de Maio é o Dia da África, o 11 de Agosto, o Dia dos Heróis e o 12 de Agosto, o Dia das Forças Armadas.
As companhias aéreas British Airways, Lufthansa e a nacional Air Zimbabwe oferecem vôos diretos desde as principais cidades africanas e européias. Air Zimbabwe liga as principais cidades do país.
Por não ter saída ao mar, Zimbabuê conta unicamente com seus rios e lagos como bacias fluviais. Na maioria não são navegáveis por barcos de grande calado, mas é possível faze-lo com pequenas embarcações. Existem transbordadores no Lago Kariba.
Os trens de Zimbabuê contam com um traçado de 2.540 quilômetros comunicando as principais cidades do país e também com outros estados africanos vizinhos. Os preços são moderados e os vagões relativamente confortáveis. Há três linhas internas principais.
As estradas extendem-se ao longo de 46.400 quilômetros mas muitos deles não estão asfaltados. É conveniente informar-se previamente sobre seu estado, especialmente durante a época de chuvas. Para dirigir por Zimbabuê, seja de carro alugado ou próprio, é preciso ter carteira de motorista internacional e um seguro de assistência. Lembre que dirige-se pela esquerda.
Existem serviços de ônibus interurbanos e de mini-ônibus, assim como táxis. Neste últimos deve combinar preço antes de iniciar o trajeto.
Fonte: www.rumbo.com.br
Continente: África
Nome Completo: República de Zimbábue
Localização: África Meridional
Coordenadas: 20 00 S, 30 00 E
Limites: Países limítrofes:Botsuana. Moçambique,
África do Sul e Zâmbia
Capital: Harare
Governo: Harare
Moeda: Dólar Zimbabuano
Área: 390.580 km2
Nacionalidade: Zimbabuana
População: 11.376.676 (julho/2002)
Mortalidade: 62,97 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)
Vida: 36,5 anos
Ponto Culminante: Pico Inyangani 2.592 m
Religiões: Sincretismo (Cristianismo + Crenças Indígenas)
50%, Cristianismo 25%, Crenças Tradicionais 24%, Islamismo 1%
Idiomas: Inglês (oficial), Shona, Sindebele e inúmeros
dialetos tribais
Analfabetismo: 15%
Renda: US$ 530 (2001)
Fonte: www.libreria.com.br